Equipa de Manuel Melo reage à polémica na “1.ª Companhia” e tenta clarificar declarações, em comunicado nas redes.
A polémica gerada pelas palavras de Manuel Melo na gala da 1.ª Companhia levou a uma reação oficial. Perante a onda de críticas, a equipa do ator e repórter emitiu um comunicado nas redes sociais.
Desde então, o debate intensificou-se, sobretudo após intervenções de ex-concorrentes como Tiago Rufino, Inês Morais e João Ricardo.
Comunicado procura contextualizar frase polémica
Em primeiro lugar, a equipa de Manuel Melo procurou explicar o sentido da expressão que gerou indignação pública. A frase “aqui não é a Malveira” foi alvo de fortes interpretações negativas.
No texto divulgado, é defendido que a intenção não foi criar hierarquias entre formatos ou pessoas.
“É importante contextualizar a situação. A expressão utilizada pelo Manuel ‘seria interessante deixarmos SS e BB na Malveira, aqui é 1.ª C, Bucelas’ foi dita no sentido de separar formatos, não de menosprezar pessoas, programas ou percursos.”
Diferença entre formatos esteve na base da observação
De seguida, o comunicado reforça que a comparação visava apenas distinguir regras e dinâmicas dos programas.
“Este é um reality completamente diferente, com regras, dinâmicas e objetivos próprios. A comparação constante com outros programas acaba por gerar ruído e confusão dentro do jogo.”
Assim, a observação teria sido dirigida ao formato e não aos concorrentes.
Responsabilidade colocada na interpretação das palavras
Por outro lado, o texto adota um tom defensivo ao apontar para a forma como a mensagem foi recebida. A equipa sublinha o percurso de Manuel Melo nos reality shows.
“O Manuel conhece bem o universo dos reality shows, foi recentemente concorrente do Big Brother e nunca faria um comentário com intenção de desvalorizar algo que também fez parte do seu caminho.”
Por fim, o comunicado conclui com uma nota sobre a interpretação das declarações.
“Mas, neste caso, o que está em causa não é o que foi dito, é a forma como foi ouvido e interpretado. Porque, muitas vezes, o problema não está em quem fala, mas na leitura que se faz das palavras. Seguimos com respeito, clareza e serenidade.”




