Família lança novo apelo após desaparecimento de Maria Custódia Amaral há quase duas semanas, nas redes sociais.
Quase duas semanas depois do desaparecimento de Maria Custódia Amaral, continuam sem existir respostas sobre o seu paradeiro. A filha da atriz Delfina Cruz foi vista pela última vez a 19 de janeiro.
Neste momento, a investigação prossegue a cargo da Polícia Judiciária, mantendo-se todas as hipóteses em aberto.
“Vivemos presos entre a esperança e o medo”
Entretanto, a família voltou a recorrer às redes sociais. A sobrinha da desaparecida, Mariana Ribeiro, partilhou uma mensagem emotiva no Facebook.
No desabafo, começou por escrever: “Há quase duas semanas que a minha tia desapareceu. Desde esse dia, nada voltou a ser normal. Vivemos presos entre a esperança e o medo.”
Mariana acrescentou ainda: “O telemóvel nunca sai da mão. Cada toque faz o coração parar. Cada silêncio pesa como um grito.”
Família sente-se também “desaparecida”
Além disso, a sobrinha sublinhou o impacto profundo que a ausência de Maria Custódia Amaral teve em todos os familiares.
Nesse sentido, afirmou: “Ela não desapareceu sozinha – uma família inteira desapareceu com ela.”
E explicou: “Porque quando alguém desaparece, leva consigo os sorrisos, o descanso, a paz.”
Perante a incerteza, surgem apenas perguntas sem resposta: “Onde estás? Estás bem? Precisas de ajuda?”
Recusa em aceitar o silêncio
Por outro lado, Mariana Ribeiro garantiu que não vai desistir enquanto não houver esclarecimentos. A sobrinha mostrou-se determinada a manter o apelo público.
Na mensagem, escreveu: “Recuso-me a aceitar o silêncio. Recuso-me a aceitar que o tempo passe e que o mundo siga como se nada fosse.”
Mariana reforçou ainda: “Enquanto houver amor, haverá luta.”
Apelo direto a quem possa saber algo
No final da publicação, o pedido foi claro e dirigido a todos. A família pede qualquer informação, mesmo que pareça irrelevante.
Nesse apelo, Mariana deixou claro: “Se alguém viu, ouviu, suspeitou… Se alguém sabe de algo, mesmo que pareça insignificante, por favor, fale.”
E concluiu com um alerta forte: “Partilhar é um gesto de humanidade. Hoje é a minha tia. Amanhã pode ser alguém que amas.”
A sobrinha terminou a mensagem com uma promessa firme: “Eu não vou desistir. Não vou descansar. Não vou deixá-la ser esquecida. Ajudem-nos a encontrá-la. Ajudem-nos a trazê-la de volta para casa.”
Assim, a família mantém viva a esperança, enquanto o desaparecimento de Maria Custódia Amaral continua a mobilizar apelos públicos e investigação policial.
Veja a publicação AQUI.







