Sexta-feira, Junho 25, 2021

Fátima Lopes assume infelicidade na TVI

Fátima Lopes assume infelicidade na TVI

Fátima Lopes assume infelicidade na TVI, na entrevista, hoje, dada a Júlia Pinheiro.

Após sair da TVI, no início do ano, Fátima Lopes está numa nova fase da sua vida e assume que “está a fazer-me muito bem.

Aliás, na altura quando me propuseram deixar o programa diário, eu concordei porque nós temos de ter consciência quando chega o momento em que precisamos de parar”, acrescentou.

Podemos estar em horários diferentes, mas estamos sempre no ecrã e isso exige muito de nós, exige muita disponibilidade até emocional e chega uma altura em que ter histórias duríssimas dia após dia, ano após ano, vem buscar muito cá dentro. Chega uma altura que tu tens que voltar a encher as baterias para teres mais para dar”, explicou Fátima Lopes.

Sem dúvida, que eu precisava deste sentimento: liberdade. Eu sentia que não tinha esta liberdade, que eu não conseguia concretizar alguns dos meus sonhos, estava sempre muito presa aos meus horários. Depois por outras circunstâncias em que as coisas não correram bem”, disse, assumindo que foi “precipitada ao tomar esta decisão”.

Na minha cabeça eu pensava: ‘Eu tenho que, aos bocadinhos, ir construindo um outro caminho para além da televisão, se um dia eu me fartar, ou a televisão já não me quiser’. Tenho que ter um outro caminho […] Aos poucos, eu fui fazendo outras coisas, mas eu não tinha muito tempo para me dedicar a elas. Mas tinha muita vontade“, explicou.

“[Nos últimos meses] eu já fiz tanta coisa que estava na minha caixinha dos sonhos, mas que eu não tinha tempo. Eu diria que a vida levou-me a tomar uma decisão“, referiu Fátima Lopes.

Revelou algo muito importante que a filha Beatriz lhe disse: “Disse-me algo que foi muito importante para me ajudar a decidir. ‘Tens que fazer uma pergunta. Se estás feliz. Se tu não estás feliz então está na altura de mudar, porque termos uma vida muito boa à custa da infelicidade da nossa mãe não vale’ “.

Assumiu estar “infeliz” na altura.

O meu pai que é um homem muito alto, grande, abriu os braços para me abraçar. E aquele abraço valeu aquilo que eu não conseguirei traduzir em palavras. Olhou para mim e disse-me: ‘Tu és muito corajosa e por isso vai correr bem’. Não precisei de mais nada. Agora, o resto eu faço. Quando eu digo, eu faço, é a força anímica para ir atrás. Sou muito trabalhadora. Não tenho medo de começar, nem de recomeçar”, rematou.

Pode ver a entrevista AQUI.

Redacçãohttp://www.infocul.pt
Redacção oficial do site infocul.pt

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