Filipe Salgueiro torna-se destaque de humor na 1.ª Companhia e anima debate no Extra, de ontem à noite na TVI.
Ainda na emissão do Extra desta sexta-feira, o painel de comentadores desviou a análise estratégica para os momentos de humor que têm marcado a 1.ª Companhia. Em foco esteve um protagonista inesperado, que rapidamente conquistou a atenção do estúdio.
Filipe Salgueiro surpreende pela faceta divertida
Desde logo, Filipe Salgueiro foi apontado como uma das figuras mais improváveis do programa. Iva Domingues não escondeu a surpresa ao comentar a postura do concorrente.
“Para já, o Filipe está a ser uma graça, não é? Eu não conhecia este lado dele. Só conhecia o lado da cantoria. Mas, de facto, tem sido uma personagem que, pelos vistos, vai dar que falar, pelo menos, para a animação da casa”, afirmou.
Segundo a apresentadora, o receio genuíno de Filipe perante as regras militares tem sido um dos elementos mais divertidos da dinâmica.
A linha branca que virou “trauma”
De seguida, a conversa centrou-se num momento específico que se tornou memorável. O medo de Filipe Salgueiro em ultrapassar a linha branca que delimita áreas proibidas arrancou gargalhadas aos comentadores.
Para Marta Gil, esse episódio destacou-se pela autenticidade.
“Esse momento foi o momento mais marcante de que o Filipe teve aqui até agora, porque foi muito genuíno (…) E acho que ele nunca mais vai passar aquela linha branca, como é óbvio”, comentou.
Instrutores impassíveis geram teoria curiosa
Entretanto, o debate avançou para a postura séria e imperturbável dos instrutores militares. A ausência total de sorrisos foi motivo de brincadeira em estúdio.
Nesse contexto, António Leal e Silva recuperou uma teoria lançada dentro da casa por Joana D’Arc.
“Mas eles resolveram o problema porque dizem que eles estão todos com Botox (…) É a teoria da senhora D’Arc”, brincou, sublinhando a rigidez facial dos militares.
Imperfeição como motor do programa
Por outro lado, Marta Gil reforçou que o sucesso do formato passa precisamente pela falta de jeito dos famosos em ambiente militar.
“Nós não queremos ver aqui a tropa verdadeira (…) Mas nós não queremos ver pessoas perfeitas a fazer flexões o tempo todo (…) Eu quero que eles caiam na lama. Eu quero que… Que se enganem no lado”, defendeu.
Segundo a atriz, são esses erros que tornam o programa mais apelativo para o público.
Gonçalo Quinaz alerta para conflitos futuros
Por fim, a análise ganhou um tom mais sério com a intervenção de Gonçalo Quinaz. O comentador alertou para os riscos dos castigos coletivos, comuns na recruta.
Usando um exemplo hipotético com Pedro Barroso, Quinaz anteviu possíveis tensões.
“Eu até acredito que, basicamente (…) o Pedro chega tarde à parada. Em vez de ser o Pedro a encher-se, não vai ser o Pedro, vão ser os outros que chegaram e que cumpriram”, concluiu.




