João Patrício concilia três programas na TVI: “Quando chego a casa acabou o apresentador”

João Patrício concilia três programas na TVI: “Quando chego a casa acabou o apresentador”, disse em entrevista.

A presença em «Momento Certo», «A Sentença» e «Fora do Baralho» tornou a agenda de João Patrício mais exigente, mas o apresentador procura preservar uma separação entre os estúdios e a vida familiar. Em declarações à TV Guia, falou do cansaço, do apoio que recebe em casa e da imprevisibilidade de trabalhar com Manuel Luís Goucha.

“Quando chego a casa acabou o apresentador. Sou simplesmente o João”, afirmou.

O tempo em família que procura proteger

Com três projetos na TVI, João Patrício reconhece que aceitar novos compromissos obriga a fazer escolhas na organização dos dias.

“O tempo não estica e, quando aceitamos mais projetos, sabemos que alguma gestão tem de ser feita. Mas tento proteger muito o meu tempo em família. É fundamental para mim”, explicou à revista.

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A companheira e os filhos acompanham o seu percurso profissional, mas também o ajudam a desligar da televisão.

“Sabem que adoro aquilo que faço e apoiam-me muito, mas também fazem questão de me lembrar que existe vida para lá da televisão. E ainda bem.”

Cansaço sem perder a vontade de trabalhar

O apresentador não esconde o desgaste associado ao ritmo atual: “Não vou dizer que acordo todos os dias cheio de energia e pronto para três programas.” Ainda assim, descreve esta fase como “um cansaço acompanhado de entusiasmo”.

“E isso faz toda a diferença. Continuo a chegar aos estúdios com vontade de fazer, de experimentar coisas novas e de me divertir. Enquanto sentir isso, o cansaço compensa”, acrescentou.

Para conseguir responder aos diferentes compromissos, aponta a combinação entre motivação e planeamento: “Quando gostamos verdadeiramente daquilo que fazemos, arranjamos energia. Depois é organização, uma boa agenda e alguma ginástica.”

Com Goucha, o improviso faz parte do programa

Em «Fora do Baralho», nas tardes de sábado, João Patrício encontra espaço para uma abordagem mais descontraída, marcada pela interação com Manuel Luís Goucha.

“É um formato que nos dá liberdade para brincar, improvisar e reagir ao que está a acontecer. E depois há o Manuel, nunca sabemos exatamente onde é que vamos parar”, contou à TV Guia.

A tentativa de antecipar tudo o que possa acontecer não faz parte da sua forma de encarar a parceria: “Com o Manuel não vale a pena tentar controlar demasiado as coisas. Temos de entrar no jogo. E acho que eu também não sou propriamente a pessoa mais indicada para pôr ordem no caos… provavelmente ainda acrescento mais algum.”

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