O património de Joaquim de Almeida voltou a ser discutido no «V+ Fama», onde foi apontada uma ligação familiar aos laboratórios JABA e à sua venda por 40 milhões de euros. Em estúdio, os comentadores fizeram uma divisão hipotética do valor pelos oito irmãos, sem apresentar o montante efetivamente recebido pelo ator.
A carreira internacional de Joaquim de Almeida não foi o único elemento considerado pelo painel do «V+ Fama» ao abordar a sua situação financeira. Na emissão desta terça-feira, 20 de outubro, Adriano Silva Martins afirmou que o programa tinha confirmado informações sobre o património familiar do artista.
“Na sexta-feira falámos aqui de Joaquim de Almeida, que vivia retirado em Portugal com uma fortuna colossal graças àquilo que ganha nos Estados Unidos. Mas não só, porque eu também disse no programa que estávamos a receber informação que fomos entretanto contrastar e que é veraz e que é uma ótima informação, porque Joaquim de Almeida, Cláudia, não é só rico porque fez filmes, é rico porque vem de uma família muito rica”, declarou.
Cláudia Jacques aponta ligação aos laboratórios JABA
Cláudia Jacques explicou que a família do ator tinha uma ligação à indústria farmacêutica.
“Uma família abastada em dinheiro e em filhos, porque são oito irmãos, é o Joaquim e mais sete irmãos, que são todos netos do fundador”, afirmou, identificando depois a empresa: “São netos do fundador de um laboratório importante que é a JABA.”
Segundo a comentadora, essa ligação prosseguiu na geração seguinte: “O pai e a mãe, farmacêuticos ambos, continuaram sempre ligados e a trabalhar neste laboratório, até há uns anos atrás em que a família decidiu vender este laboratório.”
Adriano situou a transação em 2006. Quando Cláudia indicou inicialmente “80 milhões”, o apresentador corrigiu: “Não, 40 milhões. 40 milhões de euros.”
Divisão pelos irmãos foi uma hipótese discutida em estúdio
A partir desse valor, Cláudia Jacques apresentou uma conta hipotética, sem confirmar a distribuição efetiva do dinheiro.
“Eles é que são oito, 40 milhões a dividir por oito, se fosse só dividir pelos oito filhos, daria cinco milhões a cada um”, afirmou.
António Leal e Silva considerou que o montante “já não é nada mau”, enquanto Adriano o classificou como “maravilhoso”.
A comentadora ressalvou depois a existência de impostos, embora tenha mencionado um valor diferente do anteriormente discutido: “Mas claro que não são 50 milhões líquidos, porque depois há impostos a pagar.”
“Uma boa fatia destes cinco milhões não iria para cada um deles. Mas é evidente que é uma boa herança, é um bom presente da família, claro que sim. E também sabemos que o Joaquim de Almeida, e eu estive a ver, tem uma extensa filmografia de filmes tanto nos Estados Unidos como aqui, porque ele é luso-americano”, acrescentou.
A conversa não apresentou documentos sobre a transação, a titularidade das participações ou a quantia que terá cabido ao ator.
Carreira internacional também esteve em análise
O painel abordou igualmente o percurso profissional de Joaquim de Almeida e a sua capacidade para trabalhar em diferentes línguas.
“Fala cinco idiomas. Viveu muitos anos no Canadá porque conheceu a primeira mulher nos Estados Unidos e foi viver com ela para lá. E portanto é um homem que já fez filmes em inglês, em espanhol, em francês, em italiano e em português, que é a língua-mãe”, afirmou Cláudia Jacques.
A comentadora destacou ainda a continuidade da carreira e a variedade dos trabalhos: “E tem uma vasta [carreira], eu vi tanto no cinema como na televisão como no teatro. Portanto são muitos anos a trabalhar como ator em filmes bons, alguns melhores do que outros, mas em filmes bons com papéis melhores, outros secundários, mas sim, há todo um processo. Porque há todo um processo, a pessoa não chega e não está no início da carreira logo a fazer o papel do mais importante.”
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