Júlio Isidro recorda Natais da infância e revela tradição atual com regras bem definidas, no programa Manhã CM.
Apresentador revive memórias no Manhã CM
Júlio Isidro foi o convidado especial do Manhã CM e aproveitou o momento para viajar até à infância. Em estúdio, recordou como se vivia o Natal na sua casa.
Desde logo, o apresentador explicou que a infância teve duas fases bem distintas. “Até aos 10 anos, nascido em berço de ouro, e depois a família faliu e entrámos em ‘default’, com mais restrições”, contou.
Espírito natalício resistiu às dificuldades
Apesar das limitações financeiras, o Natal nunca perdeu magia. Júlio Isidro recordou com emoção o presépio que começava a montar ainda em novembro.
As figuras eram herdadas da avó. As cabanas eram construídas por si, com troncos e palha retirada de garrafas de champanhe.
Aventura no Parque Eduardo VII acabou mal
No entanto, nem todas as memórias são doces. Aos 12 anos, a ambição de ter o presépio perfeito resultou num episódio marcante.
Júlio saiu do Liceu Camões às 15h00 para apanhar musgo. Só regressou a casa às 21h00, deixando a família em pânico.
“Quando subi com um sorriso alvar, o meu pai, sem falar, aviou-me uma grandíssima tareia. Terminou com um pontapé no rabo. Desse Natal ficou-me o negro no rabo”, recordou, entre risos.
Natal atual passado em família no campo
Atualmente, as tradições são diferentes. Júlio Isidro revelou que vai passar o Natal no campo, ao lado da mulher, Sandra, e das filhas.
Na mesa, não faltam os famosos coscorões da sogra. “As pessoas normalmente têm nas sogras um perigo, eu tenho uma grande simpatia. Ela faz os melhores coscorões”, elogiou.
Ainda assim, fez uma comparação curiosa. Os da antiga porteira, Dona Manuela, eram duros como “cimento armado”.
Troca de presentes tem regras e muita animação
Por fim, Júlio Isidro revelou a regra atual da troca de prendas. “Não podem custar mais de 20 euros e têm de ser de fabrico português”, explicou.
A família joga ao tradicional “roubo” dos presentes, garantindo gargalhadas. “Acabo sempre por trazer uma chucha para casa”, brincou.
Histórias que mostram como o Natal de Júlio Isidro continua a ser vivido com humor, memória e união familiar.





