Mais uma agência de famosos envolta em polémica, atravessando um momento crítico, segundo o Correio da Manhã.
A Glam, liderada por Beatriz Lemos, está envolta em polémica e a atravessar um momento crítico.
Segundo o Correio da Manhã, através de apuramento de informações junto de várias fontes, a empresa — com escritórios em Lisboa e no Porto — tem enfrentado dificuldades, nomeadamente dívidas avultadas e o afastamento de várias figuras mediáticas.
Caso disso é Sónia Araújo, que, de acordo com fontes próximas, terá identificado discrepâncias entre os valores que acordou com a agência e os montantes cobrados às marcas que a contrataram.
Nesse sentido, a apresentadora, amiga pessoal de Beatriz Lemos, terá sido a primeira a cortar relações.
Diana Chaves, outro dos principais rostos da agência, seguiu-lhe os passos pouco depois. Também ela terá detetado irregularidades em campanhas publicitárias e ações digitais.
Segundo o jornal i, a agência poderá estar a enfrentar dívidas que ascendem a centenas de milhares de euros — entre as quais, cerca de 200 mil euros devidos a Diana Chaves e 125 mil a Sónia Araújo.
Confrontada pelo CM, Beatriz Lemos confirmou as saídas de Sónia Araújo e Diana Chaves, mas negou quaisquer problemas financeiros ou contratuais, optando por não dar mais declarações.
Seguidamente, também recusou que outras figuras tenham abandonado a agência.
Porém, a lista de ex-agenciados não para de crescer: Tânia Ribas de Oliveira, Sofia Ribeiro, Teresa Guilherme, e até as irmãs Joana e Inês Aguiar já deixaram a empresa.
Joana e Inês Aguiar mudaram-se para a Notable, apesar de esta agência estar também sob escrutínio devido à polémica de Manuel Santana Lopes.
Apesar de tudo, a agência conseguiu reintegrar Jorge Gabriel, que regressou à Glam no início deste mês, após um período afastado.
Por fim, os agenciados Cláudio Ramos, Ana Guiomar, Rita Salema e Júlia Pinheiro terão, segundo o CM, manifestado preocupação com a instabilidade da empresa.
Poderá haver mais saídas.





