Maria Botelho Moniz revela o que mudava no Big Brother e discorda de opção da produção do reality show.
Maria Botelho Moniz regressou ao comando dos reality shows da TVI com o Big Brother All Stars, mas há uma característica do formato atual que a apresentadora preferia ver tratada de outra forma. E não teve problemas em admitir que a sua visão não coincide com a opção tomada pela produção.
Numa entrevista à TV Guia, Maria falou sobre aquilo que alteraria se tivesse poder para mexer nas regras do programa. No centro da questão estão os concorrentes e o conhecimento que estes levam de casa sobre aquilo que funciona – ou não – num reality show.
A apresentadora reconhece que, numa edição composta por antigos participantes, existe inevitavelmente uma bagagem que não estava presente na primeira experiência de cada um. São pessoas que conhecem câmaras, galas, confessionários, dinâmicas e, em muitos casos, já perceberam como determinadas atitudes são recebidas pelo público.
É precisamente aí que Maria Botelho Moniz encontra uma das dificuldades de um All Stars.
A apresentadora revelou que preferia um jogo com menos interferência de informação exterior e maior isolamento dos participantes, defendendo uma experiência em que aquilo que acontece fora da casa tivesse menos peso nas decisões tomadas pelos concorrentes. É uma visão que não coincide totalmente com algumas das opções adotadas pela produção nesta edição.
Maria Botelho Moniz não esconde, contudo, o entusiasmo pelo regresso ao formato. Depois de ter apresentado o Big Brother Verão, voltou a assumir as galas de domingo e encontra agora pela frente um elenco composto exclusivamente por participantes com experiência anterior em reality shows.
É também essa condição que altera o jogo. Ao contrário de uma edição tradicional, nenhum dos concorrentes entra completamente às escuras sobre o impacto televisivo das próprias ações.
