Morreu Maria Dulce, cantora conhecida como Diana Martins e figura marcante da música ligeira portuguesa

Morreu Maria Dulce, cantora conhecida como Diana Martins e figura marcante da música ligeira portuguesa, anunciou a Casa do Artista.

Morreu a cantora Maria Dulce, artista portuguesa que ao longo da carreira foi conhecida pelos nomes Mimi Martins, Diana e Diana Martins. A informação foi confirmada esta quinta-feira pela Casa do Artista, através das redes sociais.

Uma identidade artística construída ao longo do tempo

Segundo a instituição, o percurso da cantora ficou marcado por várias fases e nomes artísticos. “Despedimo-nos da artista residente Diana Martins. Natural do Porto, foi registada como Maria Dulce. O nome que a mãe mais gostava. Quando iniciou o seu percurso artístico foi Maria Dulce, mais tarde Mimi Martins, mas inspirada pela popularidade de Deanna Durbin acabou por optar por se identificar como Diana“, pode ler-se na nota partilhada.

Natural do Porto, Maria Dulce construiu uma carreira ligada à música ligeira, deixando marca em vários palcos.

Carreira nacional e internacional

De acordo com a Casa do Artista, a cantora teve uma atividade artística diversificada e com projeção fora do país. “Afirmou-se como cantora ligeira, fez espetáculos pelo país, Lourenço Marques (atual Maputo) e Joanesburgo“, refere a mesma fonte.

Além disso, o seu percurso passou também pela formação teatral. “Foi também aluna do Teatro Experimental do Porto e integrou elencos de revistas de Avelino Carneiro“, acrescenta a instituição, destacando a versatilidade da artista.

Ligação histórica à Casa do Artista

Diana Martins manteve uma relação próxima e duradoura com a Casa do Artista. “Era uma das residentes iniciais da Casa do Artista, tendo passado a viver na Residência Sénior desde a sua abertura em maio de 1999“, sublinha o comunicado.

Por fim, a instituição recorda a dimensão humana da cantora. “Gostava de se arranjar, de bordar, de cuidar das flores, de ler e de ouvir música. ‘Não sou muito de cantinhos, eu gosto de girar!‘, dizia-nos com graça. De bem com a vida e dimensão espiritual vincada, era uma excelente contadora de histórias. Será para sempre recordada pela sua determinação, autocuidado e positividade“.

Assim, desaparece uma artista cuja vida ficou ligada à música, ao teatro e a uma presença inspiradora no meio artístico português.

Veja a publicação AQUI.

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Tiago Santos
Tiago Santos
Colaborador na área da redação de artigos no site Infocul.pt. Gosto particular pelas áreas da televisão, social & lyfestile.

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