O Triângulo: Lara diz-se “uma mulher mudada, com uma história para contar” após expulsão, referiu.

Lara Moniz esteve, ontem, à conversa com Manuel Luís Goucha, na TVI.
Depois de ter sido expulsa no passado domingo da casa de “O Triângulo”, não considera que “morreu na praia”.
“Sinto que saí feliz! O meu objetivo principal a ir para ali foi sair dali uma mulher com uma experiência diferente, uma mulher mudada, com uma história para contar”, disse.
“À medida que fui sentindo que já tinha, de alguma forma, cumprido o meu papel na casa, eu sentia, todos os domingos, que, se eu saísse, saía feliz”, acrescentou.
“Entrei neste reality show porque queria que a vida me surpreendesse. Eu sempre fui uma menina… desde criança que eu sempre gostei de planear as coisas, de ter as coisas sob controlo. Senti que, no ano passado, essa minha maneira de ser estava a afetar um bocado a minha saúde mental. Estava um bocado presa naquilo que eram as minhas expectativas para a minha vida e estava a controlar tudo, minuciosamente tudo”, referiu Lara Moniz.
“Eu disse: ´Para 2023, a coisa que eu mais quero é perder um bocado do controlo, deixar que a vida me surpreenda’. E, quando eu vi o anúncio da Cristina ali ‘vai começar um novo reality show’, eu pensei: O que é que mais do que isto me tira do controlo?”, continuou.
Disse que esta participação lhe trouxe “leveza”.
“Não coloco tanta pressão em mim e é estranho, porque muitas pessoas vão para um reality show, estar a ser filmados 24 horas por dia… é muita pressão e as pessoas acrescentam pressão sobre elas. Por alguma razão, ir lá para dentro tirou pressão sobre mim. Ainda não percebi bem porquê”, contou.
“A minha única estratégia foi ir para ali entreter e criar conteúdo. Esse era o meu principal objetivo. E por isso é que eu digo que não morri na praia”, afirmou.
Nunca lá quis estar a “sentir que tinha de pôr uma máscara ou fazer uma personagem”.
“Há sempre pessoas que acham isto ou aquilo, mas eu fiquei surpreendida pela reação que o público teve”, assumiu.
“Uma coisa que eu também fiz muito foi brincar e gozar com o feedback negativo que me davam e eu gozei imenso, gostei mesmo de lá estar”, continuou.
“Uma coisa muito boa de lá de dentro foi que, apesar de qualquer quezília ou qualquer problema que tivéssemos lá dentro, sabíamos que éramos todos humanos e conseguimos estabelecer uma relação para lá do jogo, uma relação humana”, rematou.




