Padre Ricardo Esteves: “Muitas vezes, confundimos santidade com aparência”, assinalou nas suas redes sociais.
Uma mensagem que questiona aparências e atitudes
Antes de mais, uma reflexão partilhada pelo padre Ricardo Esteves nas redes sociais está a gerar atenção e reflexão entre os fiéis. O texto propõe uma pergunta direta e desconfortável sobre autenticidade e fé.
“O que preferias? Sentar numa mesa cheia de pecadores que admitem os seus erros, ou sentar-te com pessoas que fingem ser santas?”
Além disso, a publicação levanta uma questão central: onde estaria Jesus nos dias de hoje? A resposta sugerida desafia ideias comuns sobre santidade e comportamento religioso.
Santidade além da aparência
Por outro lado, o sacerdote alerta para uma confusão frequente entre imagem e essência. Segundo a reflexão, muitos cristãos focam-se em padrões externos, esquecendo o essencial.
“Muitas vezes, confundimos santidade com aparência.”
De facto, o texto sublinha que Deus não valoriza a perfeição visível, mas sim a verdade interior.
“Criamos um padrão de perfeição externo tão rígido que esquecemos que Deus não olha para a vitrine. Ele olha para o que existe lá dentro.”
Ainda assim, a crítica vai mais longe ao destacar o perigo do orgulho disfarçado de virtude.
“Ele não se impressiona com roupas limpas se o coração está cheio de orgulho.”
A mesa de Jesus e a inclusão dos pecadores
Entretanto, o padre Ricardo Esteves recorda episódios bíblicos para reforçar a mensagem. Jesus, segundo o texto, aproximava-se de quem reconhecia as próprias falhas.
“Sentar à mesa com pecadores que admitem o erro, não é um incentivo ao erro mas é uma celebração da verdade.”
Além disso, a crítica dirigida a Jesus pelos religiosos da época é também destacada.
“Jesus era fortemente criticado pelos religiosos da sua época. O motivo? Comia com pecadores.”
Assim, o sacerdote reforça que a missão de Jesus estava centrada na cura espiritual.
“Ele sabia que o médico não era para quem estava são; mas para quem reconhece que está doente.”
Fariseus versus misericórdia: duas atitudes opostas
Por conseguinte, o texto estabelece um contraste claro entre dois tipos de postura religiosa. Por um lado, os fariseus; por outro, a atitude de Jesus.
“A mesa desses fariseus estava cheia de protocolos mas vazia de misericórdia.”
Em contrapartida, a mesa de Jesus representa acolhimento e transformação.
“A mesa de Jesus, pelo contrário, era cheia de falhas mas inundada de graça.”
Além disso, o padre reforça que o erro, quando reconhecido, pode ser ponto de partida para mudança.
“Na sua mesa o erro gerava transformação.”
Humildade como caminho para a verdadeira santidade
Por fim, a reflexão aponta a humildade como elemento diferenciador entre autenticidade e aparência.
“A grande diferença entre o santo de fachada e o pecador arrependido é a humildade.”
Aliás, o texto sugere que reconhecer falhas é essencial para crescer espiritualmente.
“Quem finge ser santo já se fechou para a mudança e quem reconhece o pecado abriu portas para o milagre.”
Nesse sentido, o padre deixa uma escolha pessoal e direta.
“Eu escolho a mesa da transparência.”
E acrescenta ainda:
“Prefiro a companhia de quem luta de joelhos contra as suas próprias fraquezas.”
Uma pergunta final que desafia o leitor
Finalmente, a mensagem termina com um convite à reflexão individual sobre o próprio caminho espiritual.
“Onde tens procurado o teu lugar? Na mesa do julgamento ou na mesa da misericórdia?”
A conclusão reforça a centralidade da misericórdia no exemplo de Jesus.
“Sabes, o único que era verdadeiramente santo escolheu sentar-se à mesa de quem precisava de perdão.”
Assim, a publicação termina com uma nota de esperança e fé.
“Um dia muito feliz para todos sempre com Deus no coração 🙏❤️🍀”.
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