Pedro Chagas Freitas partilha reflexão: “O excesso é um veneno”, assinalou através das suas redes sociais, ontem.
Um olhar sobre a riqueza
Pedro Chagas Freitas recorreu às redes sociais, na noite de ontem, para partilhar uma reflexão sobre a relação entre dinheiro, abundância e felicidade. Inspirado nas palavras de Clay Cockrell, psicoterapeuta de milionários, o escritor deixou um aviso sobre os perigos do excesso.
“Desde que conheci a vida dos milionários, deixei de jogar na lotaria. Vejo os perigos que vêm de ter demasiado e, todos os dias, esforço-me por ser grato pelo suficiente. À medida que a tua riqueza aumenta, a tua empatia diminui. Pode ser tóxico”, destacou, citando o especialista.
O excesso como ameaça
De seguida, Pedro Chagas Freitas reforçou a ideia de que a abundância nem sempre traz tranquilidade. “O excesso é um veneno”, escreveu, numa frase curta, mas de forte impacto.
O autor explicou que a busca incessante por mais é uma armadilha. “Primeiro imaginas que dez milhões bastam; depois percebes que precisas de cinquenta; depois, de quinhentos. Não chega. Nunca chega”, sublinhou.
A fragilidade humana
O escritor alertou ainda que a abundância, em vez de curar, abre novas feridas. “A abundância abre mais feridas do que as que fecha. O desejo é uma máquina diabólica sem travões. Queremos mais, sempre mais, porque sabemos que vamos morrer”, refletiu.
Segundo Pedro Chagas Freitas, esta consciência da finitude é inevitável. “A finitude custa a passar, e quando passa já morremos”, acrescentou.
O que não tem preço
Por fim, o escritor deixou uma mensagem sobre o valor do essencial. “O essencial não se compra, não se guarda. É por isso que é insuportável. É por isso que é humano”, concluiu.





