Pedro Chagas Freitas recorda entrevista a Júlio Isidro: “Ele merece todos os prémios do mundo”

Pedro Chagas Freitas recorda entrevista a Júlio Isidro: “Ele merece todos os prémios do mundo”, afirmou o escritor.

Pedro Chagas Freitas tinha 19 ou 20 anos quando soube que iria entrevistar Júlio Isidro. Mais de duas décadas depois, o escritor recuperou essa memória numa homenagem publicada no Facebook, onde destacou a proximidade entre o apresentador que admirava na televisão e a pessoa que encontrou fora do ecrã.

O encontro aconteceu num evento de aeromodelismo, uma das paixões de Júlio Isidro, numa altura em que Pedro Chagas Freitas escrevia para o jornal A BOLA.

A notícia que quis contar aos pais

O escritor recordou a oportunidade de entrevistar o apresentador e a reação que teve ao receber essa indicação.

“Conheci-o há mais de 20 anos, ele nem se lembrará. Foi num evento de aeromodelismo, uma das suas grandes paixões. Eu tinha 19 ou 20 anos, escrevia para o jornal A BOLA, para o suplemento de Domingo, o quase poético BOLA 7.”

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A expectativa levou-o a partilhar de imediato a notícia com a família: “Quando me disseram que ia entrevistar o Júlio, parei uns segundos, respirei, senti um orgulho gigante. Liguei logo aos meus pais, a toda a gente. O miúdo de Guimarães ia falar com o grande Júlio. Espalhei pelo mundo.”

A conversa confirmou a impressão que tinha formado enquanto espectador: “Quando falei com ele, não me desiludi nada. O Júlio real era o mesmo Júlio que eu adorava na televisão: de palavra fácil, de abraço apertado, uma pessoa a sério.”

“Fazem falta mais assim”

Na publicação, acompanhada por uma fotografia de Júlio Isidro, Pedro Chagas Freitas declarou a sua admiração pelo apresentador.

“Sou fã de carteirinha dele. O Júlio Isidro não acaba, não vai acabar nunca. Fazem falta mais assim, tanto, tanto”, escreveu.

O elogio estendeu-se à forma de estar que encontrou nesse primeiro contacto: “Acho que há cada vez menos pessoas a sério. Ele é. Não é coisa pouca. Ele merece todos os prémios do mundo. Já tem o maior: está vivo da cabeça aos pés, mais ainda por dentro da pele. Ama, é amado. Eis tudo. Obrigado, Júlio.”

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