O regresso de «Separados de Fresco», com Ana Garcia Martins e David Cristina, motivou críticas no «Noite das Estrelas». A divulgação promete abordar o fim do namoro da humorista com Diogo Orvalho, enquanto Teresa Guilherme questionou a antecedência com que o espetáculo terá sido marcado.
A separação de Ana Garcia Martins, conhecida como Pipoca Mais Doce, vai ser um dos temas do regresso de «Separados de Fresco» ao Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, a 30 de outubro, às 23h30.
Cinco anos depois da criação do projeto, na sequência do divórcio de Ricardo Martins Pereira, a humorista volta a juntar-se a David Cristina, agora após ter confirmado o fim do namoro com Diogo Orvalho.
O vídeo promocional assume esse assunto como parte do espetáculo e brinca com eventuais consequências jurídicas.
Promoção promete falar da separação com “cuidadinho”
“Ana está separada de fresco. (…) Cinco anos depois, no Tivoli, sexta-feira, 30 de outubro, às 23h30, vamos esmiuçar tudo sobre a vida de terceira idade do David e sobre a recente separação da Ana. Ou pelo menos, tudo o que não nos causar problemas legais. É que quando foi do outro podcast, houve uma senhora, que não interessa quem é, que meteu a Ana em tribunal. E este ex-namorado da Ana é advogado, por isso, temos de ter cuidadinho”, é referido na divulgação.
O texto foi criticado no «Noite das Estrelas», da CMTV, onde se ouviu: “Eu não sei quem fez esta promoção, mas eu despedia na hora. Que mau gosto foi este texto.”
Maya compara com canções sobre separações
Durante a análise, Maya estabeleceu um paralelo com artistas que transformam ruturas amorosas em trabalho.
“Está muito na moda fazer as canções de vingança. A Shakira fez isso e fatura imenso, aliás ‘as mulheres já não choram, as mulheres faturam’”, afirmou.
A comparação apresentou uma leitura do painel sobre a divulgação, não uma intenção de vingança assumida por Ana Garcia Martins.
Teresa Guilherme levanta dúvida sobre calendário
Teresa Guilherme centrou-se na reserva do Tivoli e na antecedência que considera necessária para garantir uma sexta-feira naquela sala.
“Uma coisa é certa: conseguir o Tivoli a uma sexta-feira, isto já está marcado há muito tempo. O Tivoli não se marca do pé para a mão”, argumentou.
A comentadora perguntou depois: “Então quer dizer que esta separação já estava prevista?! Se calhar a separação é mais antiga do que nós pensamos.”
A conversa não esclareceu quando foi reservado o teatro nem se o tema da separação já integrava o espetáculo nessa altura.
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