Reportagem: Vilafranquense perdeu em casa com o Trofense (0-1) em jogo entediante, na tarde deste sábado, 11 de Fevereiro.

Texto: Rui Lavrador
Fotos: Rute Nunes e Carlos Pedroso
Equipas Titulares
Vilafranquense: (4x2x3x1) Pedro Trigueira; Léo Alaba (Sangaré, 63), Anthony, Hermoso (Bruno Silva, 78), Veiga; André Sousa (Dioh, 78), Ceitil; Edson Farias, João Amorim (Bizet, 63), Maddi (Belksheir, 56); Nenê.
Trofense: (4x4x2) Tiago Silva; Tiago Manso, Valente, Tiago Ferreira, Simão Martins; Erivaldo (Rúben, 77), Morim (André, 77), Vasco Rocha, Mozino (Mateus Sararé, 69); Wesley Tanque (Okitokandjo, 90+2) e Pachu (Maiga, 69).
Suplentes
Vilafranquense: Fábio Duarte, Bernardo, Sangaré, Dioh, Belkheir, Suliman, Diallo, Bizet e Bruno Silva.
Trofense: Daniel Machado, Martim Maia, Mateus Sarará, André, Maiga, Okitokandjo, Rúben, Tiago André e Schurrle.
O Estádio Municipal de Rio Maior recebeu, este sábado, o primeiro jogo de Ricardo Chéu como novo treinador do Vilafranquense, sucedendo a Rui Borges (que é agora treinador do Mafra).
O estádio, como habitualmente, voltou a registar uma fraca assistência em termos de público, num aspecto absolutamente desolador para uma II Liga.
Um inicio de jogo aos repelões, com a equipa ribatejana a entrar pouco afoita e até desconcentrada, frente a um Trofense que preferiu sempre ser seguro a defender e atacar pela certa, pese poucas vezes.
Um jogo maioritariamente disputado a meio campo, com o Vilafranquense meio perdido, com os jogadores muitas vezes a não saberem o que fazer em campo, com má ocupação dos espaços.
O frio que se fez sentir durante todo o jogo foi impeditivo para que alguém adormecesse e aos 22 minutos o primeiro remate, mesmo que inofensivo, por parte do Trofense, numa jogada pela direita com cruzamento para a área.
Aos 28 minutos, boa jogada do Vilafranquense pela esquerda, com cruzamento atrasado para João Amorim rematar para defesa fácil do guarda-redes da equipa da Trofa.
Aos 33 minutos, a melhor oportunidade da primeira parte. A equipa do Trofense jogou pela esquerda com excelente desmarcação de Erivaldo que frente a Pedro Trigueira, atirou por cima.
Respondeu o Vilafranquense aos 36 minutos, com uma jogada pela direita com Edson Farias a cruzar para Nenê cabecear ao lado e sem perigo, mas destacando-se o bom desenho ofensivo da equipa.
O jogo chegou ao intervalo, sem qualquer surpresa, empatado, 0-0.
[Best_Wordpress_Gallery id=”5172″ gal_title=”Vilafranquense x Trofense – Fev 2023″]Aos 49 minutos grande jogada do Vilafranquense, com a bola a passar por vários elementos, da esquerda à direita e a sair um cruzamento para Nenê, que cabeceou ao lado.
Aos 60 minutos, o marcador foi inaugurado pelo Trofense, através de um canto, com a bola a sobrevoar toda a pequena área e Wesley Tanque a encostar para a baliza de Trigueira.
Sem muito ter feito por isso, o Trofense foi pragmático, frio e calculista e chegou à vantagem que durou até final do jogo.
A restante partida denotou um Vilafranquense demasiado partido em campo, quase em duas linhas, defesa e ataque, com muita dificuldade em criar situações de verdadeiro perigo.
Aos 64 mais uma jogada do Trofense, pela esquerda, com Trigueira a ter de se impor.
Destaque para a compensação, na qual o Vilafranquense teve soberana oportunidade, porém desperdiçada, com um jogador isolado na cara do guarda-redes.
No primeiro jogo de Ricardo Chéu como treinador do Vilafranquense, a equipa ribatejana saiu derrotada.
Se o objectivo da mudança técnica era apostar na subida de divisão, começou francamente mal.
Como nota final, destacar ainda a incoerência do árbitro Hugo Silva, no critério técnico e disciplinar, o que levou ao desespero os poucos adeptos vilafranquenses.
[Best_Wordpress_Gallery id=”5173″ gal_title=”Vilafranquense x Trofense – Fev 2023-1″]Árbitro: Hugo Silva
Árbitros Assistentes: Fábio Monteiro e Pedro Sousa
4º Árbitro: Hugo Marques
Assistência:
Disciplina: Cartão Amarelo a André Sousa (13), André (86), Mateus Sarará (depois do final do jogo), Edson Farias (depois do final do jogo).
Golos: Wesley Tanque (60).





