Ricardo Ribeiro apresenta “A Alma Só Está Bem Onde Não Cabe” nos Coliseus em janeiro, segundo foi hoje anunciado.
O cantor leva o novo álbum ao Coliseu dos Recreios, em Lisboa, a 23 de janeiro de 2027, e ao Coliseu Porto Ageas, no dia 29. Os bilhetes para os dois espetáculos já estão disponíveis, segundo o comunicado de imprensa.
O fado continua no centro da música de Ricardo Ribeiro, mas o novo disco abre espaço a outras referências. É esse repertório que o cantor vai apresentar nos Coliseus de Lisboa e do Porto, em janeiro de 2027, em dois concertos dedicados a “A Alma Só Está Bem Onde Não Cabe”.
As atuações estão marcadas para 23 de janeiro, no Coliseu dos Recreios, e 29 de janeiro, no Coliseu Porto Ageas. Em comunicado de imprensa, os espetáculos são anunciados como a apresentação ao vivo de uma nova etapa artística, marcada pelo encontro do fado com influências ibéricas e mediterrânicas.
A escolha desse caminho é explicada pelo próprio Ricardo Ribeiro, numa declaração citada na nota: “Há neste caminho meu uma espécie de contentamento consciente de que não me posso resumir a uma só coisa, a uma só intenção, a uma só vontade.”
De “Má Sorte” a “Amanhã”
O alinhamento anunciado para os Coliseus dará a conhecer as canções do novo álbum, incluindo temas como “Má Sorte”, “Maré”, que conta com a participação de Ana Moura na gravação, e o mais recente single, “Amanhã”.
Esta última canção tem letra e música de Ricardo Ribeiro e produção partilhada entre o cantor e AGIR. O tema acompanha a edição do disco e evidencia a participação do intérprete também na composição. Além da voz, Ricardo Ribeiro toca guitarra em “Amanhã”.
O comunicado apresenta o álbum como um trabalho em que convivem diferentes linguagens musicais, com particular atenção à palavra e à interpretação. Essa diversidade será levada aos dois palcos, mantendo a ligação à música que está na origem do percurso do cantor.
Os músicos e a produção do novo disco
A produção de “A Alma Só Está Bem Onde Não Cabe” ficou a cargo de Bernardo Saldanha e Manuel Oliveira, com exceção de “Má Sorte”, “Maré” e “Amanhã”, produzidos por AGIR e Ricardo Ribeiro.
Nas gravações participaram Manuel Oliveira, no piano; Bernardo Saldanha, nas guitarras; Ângelo Freire, na guitarra portuguesa; Rodrigo Correia, no contrabaixo; e Alexandre Frazão, na bateria. A mistura e a masterização foram asseguradas por Nuno Simões.
Segundo a informação divulgada em comunicado, os bilhetes já estão à venda para o concerto de Lisboa, através da BOL, e para o espetáculo do Porto, na Blueticket.
