Tânia Laranjo ironiza com preços dos combustíveis: “Antes eram lixo. Agora são poupanças”, afirmou nas redes sociais.
Tânia Laranjo recorreu ao humor para comentar o peso dos combustíveis e das despesas quotidianas no orçamento familiar. Numa publicação no Facebook, esta sexta-feira, 9 de outubro, a jornalista brincou com a diferença entre uma pequena descida do gasóleo e uma subida mais expressiva da gasolina.
O texto começou com uma observação sobre a escrita, antes de passar às contas do abastecimento.
“Pára tudo (fica na mesma com acento que recuso a modernice do acordo ortográfico). O gasóleo vai baixar um cêntimo a partir de amanhã. A gasolina sobe cinco. Eu não sei quem faz estas contas, mas gostava de o ter cá em casa quando chegar a conta da luz. Era homem para me pagar um cêntimo e ir buscar cinco à carteira da minha filha”, escreveu.
“Basta pôr um euro e ver se o carro sai da bomba com dinheiro para o café”
A jornalista prolongou a brincadeira sobre a dimensão da poupança e o aumento do custo de vida.
“Um cêntimo. Estive a pensar no assunto e acho que vou abastecer amanhã. Não preciso de atestar, basta pôr um euro e ver se o carro sai da bomba com dinheiro para o café. Isto está tudo tão caro que já olho para as moedas pretas que caem para o fundo da mala. Antes eram lixo. Agora são poupanças”, afirmou.
A gasolina também mereceu um comentário, com Tânia Laranjo a imaginar um pedido de desculpas ao próprio automóvel.
“E depois há a gasolina, que sobe cinco cêntimos. Cinco! Uma pessoa mete vinte euros e sai de lá com vontade de pedir desculpa ao carro. Coitado, também não tem culpa. Está parado há três dias porque ando a ver se o preço baixa.”
Uma ida ao supermercado com pagamento em prestações
O desabafo terminou com uma caricatura das dificuldades em conciliar o abastecimento com outras despesas.
“Amanhã vou à bomba. Levo o cartão, o multibanco e uma fotografia da família. Se me perguntarem para que quero o combustível, digo a verdade: é para ir ao supermercado que é fim de semana. Pode ser que tenham pena de mim e me deixem pagar em prestações”, concluiu.
