Vanessa Martins recordou que começou a trabalhar aos 13 anos e comprou a primeira casa aos 21, numa reflexão sobre o seu percurso profissional em que também respondeu aos críticos. A empresária partilhou a mensagem no Instagram, na noite de terça-feira, 20 de outubro, defendendo que só ela conhece o esforço por trás do que construiu.
A fundadora da Frederica começou por falar da ausência de uma rede de apoio financeiro e da ambição que a acompanha desde nova.
“Comecei do zero. Nunca tive a ajuda de ninguém. Se caísse, a minha almofada seria bem dura… Ninguém me podia, nem pode, amparar. Sempre sonhei alto. A minha mãe dizia que tinha medo das coisas que eu dizia, porque os meus sonhos eram grandes demais (para ela, não para mim).”
Dos restaurantes e call centers à criação de uma empresa
Vanessa Martins contou que começou a ganhar o seu próprio dinheiro aos 13 anos. Antes de criar uma empresa, passou por diferentes trabalhos, alguns dos quais conciliou com a presença em televisão.
“Poupei, comprei uma casa aos 21 anos, vendi-a e comprei outra. Trabalhei muito e nunca me neguei a nada. Trabalhei em restaurantes, call centers e fiz muitos trabalhos como promotora, tudo isto enquanto trabalhava em televisão.”
A empresária associou esse percurso às características que considera terem sido decisivas para desenvolver o seu negócio.
“A ambição sempre esteve lá e eu tinha o que era preciso para criar uma empresa: vontade de trabalhar sem parar e um enorme sentido de responsabilidade. Compromisso é o meu nome do meio.”
“Os outros não pagam as vossas contas nem vos conhecem”
Na parte final da publicação, Vanessa Martins deixou uma resposta a quem põe em causa o seu percurso, sem identificar pessoas ou comentários concretos.
“Podem dizer tudo o que quiserem sobre mim. Nunca me vou importar. Só eu sei o que fiz e o que ainda vou fazer para realizar os meus sonhos.”
A reflexão terminou com um conselho aos seguidores para que não abandonem os seus objetivos por causa das opiniões alheias.
“Vão sempre tentar deitar-vos abaixo. Sempre. Mas oiçam apenas o vosso coração. Os outros não pagam as vossas contas nem vos conhecem.”
