Marluce defende inocência de José Castelo Branco: “nunca presenciei nada”, assinalou em conversa com Júlia Pinheiro.
Na quarta-feira, Marluce Revorêdo Silva, amiga de José Castelo Branco há mais de 40 anos, marcou presença no programa ‘Júlia’, da SIC.
Nesse sentido, falou da acusação por violência doméstica de que o socialite foi alvo contra a mulher, Betty Grafstein, de 96 anos.
Marluce começou por contar que é amiga de José Castelo Branco “desde que tinha 13 anos“: “Eu conheço o Zé, a minha mãe passeava com o Zé e nesse tempo era Tatiana Romanova. Depois continuámos amigos, ele sempre vai lá para casa, eu fui madrinha do casamento do Zé com a Betty“.
“Saíamos, eu passei uma semana em Nova Iorque e nunca vimos nada de nada. Passava amor, carinho, companheirismo. Foi isso sempre que eu senti neles. Inclusive quando o Zé vinha a Portugal e ficava duas ou três semanas na minha casa, ele estava a ligar para ela e ela para ele. Nunca vi uma palavra má, nem de um nem de outro“, contou.
“Quando aconteceu isso com o Zé, a Betty já estava há 12 dias no hospital e quando descobriram que ela tinha sido agredida – eu nem sei como demoram tanto tempo para descobrir uma coisa dessas – o Zé estava na minha casa. E claro que eu não ia pôr o Zé na rua, nunca. Para já, não acreditei, não acredito, nunca vi nada. Depois, o Zé precisava de alguém que lhe desse apoio porque caíram mesmo em cima dele“, continuou.
Marluce indicou por fim que José Castelo Branco já não está a viver na sua casa: “Foi para Fátima agora, está em Fátima“.
“Custa-me e entristece-me. Acho que a justiça devia ser mais justa e mais rápida e não ter tantos ouvidos para os que falam, para o eco“, rematou.
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