Catarina Gouveia: fotografia após o parto gera debate e Marta Aragão Pinto reage às críticas no programa V+Fama.
A imagem que Catarina Gouveia partilhou depois do nascimento da segunda filha voltou a colocar em discussão a forma como uma mulher se apresenta após o parto. No «V+ Fama», Marta Aragão Pinto defendeu a liberdade da atriz e criadora de conteúdos para escolher o momento e as condições em que se mostra ao público.
O tema foi abordado esta terça-feira, 13 de outubro, com o painel a recordar as críticas que já tinham acompanhado as fotografias divulgadas por Catarina quando nasceu a primeira filha, Esperança.
Adriano Silva Martins assinalou que o novo registo é diferente, mas mantém características da imagem pública da influenciadora: “todos os elementos estão lá: a felicidade e o glamour”.
Marta Aragão Pinto defende escolha de Catarina Gouveia
Para Marta Aragão Pinto, a opção por uma fotografia cuidada não justifica os reparos dirigidos à recém-mãe.
“A pessoa quando partilha uma fotografia, a Catarina Gouveia é influencer, vive muito da imagem, e decidiu não aparecer exatamente no momento após dar à luz, como muitos famosos fazem. E qual é que é o problema? Podem explicar qual é o problema?”, questionou no programa do V+ TVI.
A comentadora recorreu à própria experiência para mostrar como as circunstâncias em que as imagens são captadas podem influenciar a apresentação de cada mulher.
“Na altura que tive a minha primeira filha, a Mónica, as revistas iam à maternidade, ao hospital, e pediam para ir ao quarto fotografarmos. Eu não me maquilhei, eu não penteei. Se vos mostrar essa fotografia, estou exatamente como sou, não me lembrei. Se calhar, se me tivessem preparado para isso, ou se já houvesse redes sociais, se me dissessem ‘olha a imagem, tens de estar bem’, teria feito diferente”, recordou.
Marta preferiu destacar o significado familiar da publicação de Catarina e Pedro Melgueira: “Aqui já são quatro. A filha mais velha já é irmã mais velha. É o retrato de uma família feliz.”
António Leal e Silva distingue opinião sobre a fotografia de julgamento pessoal
António Leal e Silva começou por lembrar a exposição associada às plataformas digitais: “Quem se expõe nas redes sociais tem de estar preparado para todo o tipo de críticas, ponto final.”
Ainda assim, estabeleceu uma diferença entre comentar uma escolha estética e julgar a pessoa que a faz.
“Eu posso dizer: não gosto da combinação, tem renda a mais, não gosto da roupa da cama. Agora, quando começo a entrar em princípios… Não. Ela é livre de ser aquilo que quiser. As pessoas não têm o direito de julgar os outros”, afirmou.
Quanto à fotografia de Catarina, o comentador mostrou-se favorável à opção da atriz: “Acho a fotografia muito bonita, ela está maquilhada, acho que fez muito bem, é problema dela.”
Adriano Silva Martins e Isabel Figueira destacam imagem pública da atriz
Adriano Silva Martins trouxe à conversa o exemplo de figuras espanholas, como Isabel Preysler, que surgem habitualmente com uma imagem cuidada nas revistas.
“Estas coisas também servem para sonhar. E haverá pessoas que estão na sua casa, que olham para aquilo e dizem: ‘eu quando a minha filha nascer também quero estar linda e maravilhosa’”, observou.
Isabel Figueira abordou também a atividade profissional de Catarina, referindo os negócios no setor imobiliário e o trabalho desenvolvido com o marido na produção de conteúdos. A comentadora considerou, por outro lado, que a aparência da atriz não depende necessariamente de uma preparação elaborada.
“Ela tem uma beleza e um cabelo e uma pele ótima que ao natural parece que está maquilhada, que está arranjada”, afirmou.
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