“A culpa é do PS e de mais ninguém”: Ricardo Martins Pereira reage aos resultados das Legislativas 2025

“A culpa é do PS e de mais ninguém”: Ricardo Martins Pereira reage aos resultados das Legislativas 2025, assinalou.

Menos de 24 horas após a noite eleitoral de 18 de maio, Ricardo Martins Pereira partilhou uma análise crítica nas redes sociais, apontando diretamente ao Partido Socialista como responsável pela ascensão da extrema-direita em Portugal.

Segundo o diretor da MAGG, “os resultados destas eleições, eu acho que são uma oportunidade para todos refletirmos sobre aquilo que está a acontecer a Portugal. O partido-chave que eu acho que ajuda a entender estes resultados é o PS, para mim. O crescimento da extrema-direita está direta e indiretamente relacionado com o Partido Socialista.”

De forma clara, recordou o peso político dos socialistas nas últimas décadas. “Foi o PS que governou Portugal em 22 dos últimos 30 anos”, sublinhou, acrescentando que “a culpa é do PS e de mais ninguém.”

Ricardo não poupou nas críticas e destacou momentos que considera decisivos. Para ele, o virar da maré começou em 2015, quando o PS impediu o partido mais votado de formar governo. “Inverteu a ordem democrática das coisas”, afirmou, considerando essa coligação com a extrema-esquerda como um episódio “inédito” na democracia portuguesa.

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Além disso, apontou também às políticas de imigração, que na sua perspetiva foram moldadas para agradar aos parceiros da altura. Essa decisão terá contribuído para o “descontentamento” generalizado e uma maior “perturbação social.”

Mais à frente na publicação, Ricardo Martins Pereira dirige críticas diretas a Pedro Nuno Santos, líder socialista que se demitiu após o resultado eleitoral. “Pedro Nuno Santos foi o candidato mais mal preparado, mais fraco, mais incompetente e incapaz da história do Partido Socialista”, escreveu.

Apontou ainda episódios recentes como o caso Spinoviva, a insistência na comissão parlamentar de inquérito e os ataques ao primeiro-ministro Luís Montenegro como sinais claros de um partido “que não percebeu o momento político.”

Por fim, foi taxativo ao acusar o ex-secretário-geral socialista de abrir caminho ao avanço do Chega. “Pedro Nuno Santos entregou o futuro do governo ao Chega ao recusar viabilizá-lo, mesmo depois de eleições democráticas”, concluiu.

A reflexão de Ricardo Martins Pereira gerou diversas reações nas redes sociais e promete alimentar o debate sobre os caminhos futuros da política portuguesa.

Assim, “A culpa é do PS e de mais ninguém”: Ricardo Martins Pereira reage aos resultados das Legislativas 2025.

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