Bárbara Tinoco fala da maternidade e do amor por Feodor Bivol: “Voltei a amá-lo outra vez, com borboletas”, disse.
Bárbara Tinoco transformou a chegada da filha numa das maiores marcas da sua vida e da sua música. Um ano depois do nascimento de Masha, a cantora lançou Hormonal, um álbum dedicado à bebé, e falou abertamente sobre a forma como a maternidade mudou o seu olhar sobre a felicidade, a família e a relação com Feodor Bivol.
Em conversa no podcast Posto Emissor, a artista não romantizou todos os momentos. Pelo contrário, foi frontal ao assumir que a gravidez não foi uma fase fácil, ainda que o nascimento da filha tenha trazido uma alegria que nunca tinha sentido.
A gravidez não foi feliz, mas Masha mudou tudo
Bárbara Tinoco falou sem filtros sobre a experiência da gravidez. A cantora admitiu que não gostou desse período, mas separou claramente essa vivência da chegada da filha.
“Eu não gostei mesmo nada de estar grávida, mas ter um bebé foi a coisa mais feliz da minha vida”, afirmou.
Já o pós-parto foi vivido de forma muito diferente. Bárbara descreveu esse tempo como uma fase luminosa e marcada por uma felicidade nova.
Segundo a artista, foi nesse período que percebeu a dimensão real desse sentimento.
“Eu descobri o que era o sentimento de felicidade”, contou.
“Foi mesmo o mês mais feliz”
Ao recordar os primeiros tempos com Masha, Bárbara Tinoco destacou o primeiro mês como uma fase irrepetível. A cantora sublinhou, no entanto, que fala a partir de uma experiência positiva de pós-parto.
“Eu acho que o primeiro mês com um bebé, para mães que têm um pós-parto feliz, não há nada na vida como aquele período. Acho que foi mesmo o mês mais feliz”, partilhou.
A maternidade surge, assim, como um ponto de viragem. Não apenas na vida familiar, mas também na forma como Bárbara passou a olhar para si própria e para aquilo que a rodeia.
Feodor Bivol visto de outra forma
A chegada de Masha também mexeu com a relação entre Bárbara Tinoco e Feodor Bivol. A cantora, que mantém uma relação com o músico desde 2022, assumiu que ver o companheiro no papel de pai teve um impacto profundo.
Na conversa, recordou uma comparação feita por Kelly Bailey sobre Lourenço Ortigão, para explicar o que também sentiu.
“A [atriz] Kelly Bailey diz que passou a gostar do Lourenço [Ortigão] de outra forma depois de ser mãe. Eu amei o Feodor como nunca tinha amado ao vê-lo ser pai”, referiu.
A frase revela uma mudança emocional forte. Bárbara não falou apenas de admiração, mas de uma espécie de reencontro dentro da própria relação.
Um novo amor dentro da mesma relação
Mais à frente, a cantora descreveu esse momento como uma nova paixão pela mesma pessoa. Para Bárbara Tinoco, a maternidade trouxe o primeiro grande desafio vivido a dois com Feodor Bivol.
“Eu acho que o amei de novo. Ou seja, é aquela coisa que as pessoas dizem: vamo-nos apaixonando pela pessoa com quem estamos ao longo da vida (…) Este foi assim o primeiro grande desafio que tivemos juntos e, efetivamente, eu voltei a amá-lo outra vez, com borboletas”, contou.
Além da vida pessoal, Bárbara Tinoco e Feodor Bivol continuam também ligados pela música e pelos projetos em palco. Agora, com Hormonal, a artista leva para as canções uma fase íntima, familiar e profundamente transformadora.

