Sara Correia trouxe o fado ao primeiro dia d’O Sol da Caparica, ao início da noite desta quinta-feira.
Fotografias: Rui Pereira

Depois de Landrick e Papillon, a fadista subiu ao palco nesta quinta-feira, 13 de agosto, dando outra sonoridade à noite no Parque Urbano da Costa da Caparica
O fado também encontrou espaço no primeiro dia d’O Sol da Caparica. Sara Correia subiu ao palco nesta quinta-feira, 13 de agosto, sucedendo às atuações de Landrick e Papillon e marcando uma mudança de registo na programação da noite.

A presença da fadista fazia parte das primeiras confirmações anunciadas para a edição de 2026, com a própria organização a sublinhar, aquando da divulgação do nome de Sara Correia, que «o fado também tem lugar no palco do teu verão».
E foi precisamente essa identidade que a artista levou à Costa da Caparica, num festival cuja programação cruza diferentes géneros e gerações da música em língua portuguesa.

Uma voz diferente no alinhamento do primeiro dia
Depois de uma abertura marcada por sonoridades bem distintas, Sara Correia trouxe o fado para o centro de uma noite que ainda tem várias atuações pela frente.

A cantora chegou ao festival numa fase de afirmação do seu percurso, que nos últimos anos a tem levado a palcos dentro e fora de Portugal, mantendo o fado como ponto de partida para uma linguagem musical que também dialoga com outras influências.
N’O Sol da Caparica, essa presença permitiu ao primeiro dia ganhar outro ambiente sem fugir à identidade lusófona que caracteriza o festival.

Sara Correia era, de resto, um dos nomes destacados no cartaz desta quinta-feira, 13 de agosto, numa edição que decorre até domingo no Parque Urbano da Costa da Caparica.
Com Landrick, Papillon e agora Sara Correia já em palco, a edição de 2026 d’O Sol da Caparica continua a avançar pela primeira noite, com a música portuguesa e lusófona novamente no centro do recinto.


