Big Brother All Stars: Cláudio Ramos defende Sónia e diz que Catarina “usa qualquer coisa para jogar”

Cláudio Ramos rejeitou que o voto negativo de Sónia Jesus à liderança de Catarina Miranda devesse ser encarado como uma traição no Big Brother All Stars. No «Dois às 10» desta segunda-feira, 26 de outubro, o apresentador defendeu que a amizade não obriga a aprovar uma liderança e atribuiu o afastamento entre as duas à desilusão de Sónia com o comportamento da colega.

A avaliação feita na gala de domingo dividiu a tertúlia da TVI, que contou com Cinha Jardim, Adriano Silva Martins e Gonçalo Quinaz, ao lado de Cláudio Ramos e Cristina Ferreira.

“Eu acho que a Sónia não foi uma facada tão grande que ela deu à Catarina só por poder gostar dela e dar-lhe um vermelho. Se não gostou da liderança dela, é legítimo que o faça. Eu acho de verdade”, começou por afirmar Cláudio Ramos.

Gonçalo Quinaz e Adriano Silva Martins concordaram com a legitimidade da decisão. Cinha Jardim, porém, distinguiu o direito de votar contra dos argumentos apresentados por Sónia: “A justificação que ela dá é que não está correta.”

Cláudio Ramos aponta desilusão de Sónia com Catarina

Na leitura do apresentador, o mal-estar não se limitava à avaliação da liderança. Cláudio Ramos recuperou o desentendimento entre as concorrentes durante a festa e considerou que esse episódio alterou a confiança de Sónia em Catarina.

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“A Sónia ficou muito desiludida com a Catarina Miranda, com o comportamento da Catarina Miranda com ela por conta da festa. A Sónia percebeu que a Catarina Miranda dentro do jogo não é amiga como era, usa qualquer coisa para jogar. E ela, que é muito verdade, sentiu-se um pouco defraudada.”

Adriano Silva Martins acrescentou que a relação já vinha a dar sinais de desgaste antes desse momento.

“A Catarina e a Sónia desentenderam-se há coisa de duas semanas, duas semanas e meia, e aquilo foi uma coisa que nunca mais voltou a ser a mesma.”

Quinaz elogia Sónia por não escolher entre Catarina e Francisco

O afastamento entre Catarina Miranda e Francisco Monteiro também entrou na análise. Gonçalo Quinaz considerou que Sónia ficou numa posição difícil, mas conseguiu criticar ambos sem se alinhar exclusivamente com nenhum.

“Ao ver esta rutura, se ela se aproximasse um bocadinho mais do Zaza, a Miranda não gostava. Se ela se aproximasse um bocadinho mais da Miranda, o Zaza não ia gostar. A verdade é que ela, o que tinha a dizer ao Zaza, disse de forma concreta, clara. Acusou e disse sem qualquer problema. E fez o mesmo em relação à Miranda. Não tomou partidos.”

Adriano Silva Martins também valorizou a autonomia que Sónia tem demonstrado no jogo, embora considere que mantém maior cumplicidade com Francisco Monteiro do que com Catarina Miranda.

Aposta de 99% do orçamento divide a tertúlia

A discussão passou depois para o desempenho de Catarina enquanto líder e para a prova do orçamento. Questionado por Cláudio Ramos sobre se a liderança “foi por aí abaixo”, Gonçalo Quinaz respondeu: “Eu sou dessa opinião.”

Cinha Jardim discordou da avaliação e sublinhou a exigência da tarefa proposta aos concorrentes: “Achei que a prova foi uma prova mental, cerebral, muito difícil.”

A percentagem do orçamento colocada em jogo também mereceu reparos. “Apostar 99% numa prova desta é arriscado”, observou Cristina Ferreira.

Nesse ponto, Cláudio Ramos defendeu a opção de Catarina, entendendo-a como uma decisão de quem procura movimentar o programa: “Aí eu não critico, eu acho que isso é de jogadora que quer dar conteúdo à casa.”

Cristina Ferreira pede mais a Noélia: “Ela é mais do que isto”

Na parte final da conversa, a atenção virou-se para Noélia Pereira e para a proteção que dá a outros concorrentes.

Cláudio Ramos identificou aquilo que considera ser um comportamento recorrente nas suas participações televisivas: “A Noélia tem uma capacidade que é: quando chega, cola-se a um jogador qualquer.”

Cristina Ferreira destacou, por sua vez, que a concorrente tem capacidade para mostrar mais no jogo: “Ela é mais do que isto.”

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