A liderança de Catarina Miranda no Big Brother All Stars foi duramente criticada por Pedro Capitão, que considerou que a concorrente prejudicou o seu percurso durante a semana. No mesmo «Diário», emitido na sexta-feira, 23 de outubro, Nuno Eiró esclareceu que as vantagens atribuídas ao cargo tinham sido definidas antes de se conhecer a identidade da líder.
Ao longo da semana, Catarina decidiu quem teria acesso à Árvore dos Poderes, à prova do líder e ao cofre, além de ocupar um lugar central nas dinâmicas propostas à casa.
Pedro Capitão considerou que a concorrente não soube gerir essa posição e admitiu concordar com críticas feitas por Francisco Monteiro.
“Eu acho que esta liderança fez muito mal à Catarina (…) A Catarina tornou-se uma déspota nesta semana. Eu acho que houve aqui um abuso de autoridade e um abuso de poder”, afirmou.
“Esta liderança dela para mim foi um tiro no pé”
Para ilustrar a sua avaliação, Pedro Capitão imitou o tipo de exigências que atribuiu à líder: “Desculpa lá, vai-me fazer uma torrada, vai-me fazer não sei o quê, eu sou a rainha, vocês são os meus súditos.”
Teresa Silva também questionou a forma como Catarina estava a interpretar a sua posição: “Acho que ela pensa que controla o jogo, efetivamente está a cair nas garras do leão.”
Perante o argumento de que a concorrente desempenhava o papel de rainha, Pedro Capitão insistiu: “Não, ela está a liderar como uma ditadora (…) Ela pode ser Catarina a Grande, Maria Antonieta.”
O comentador considerou que a semana comprometeu o trabalho anterior de Catarina: “Esta liderança dela para mim foi um tiro no pé, porque ela não soube lidar com as coisas.”
Inês Morais reconheceu a criatividade da concorrente, mas também deixou uma crítica: “Nesta semana a soberba foi elevada ao infinito.”
Nuno Eiró diz que os poderes estavam decididos antecipadamente
As vantagens concedidas à líder foram igualmente contestadas dentro da casa. Francisco Monteiro afirmou que Catarina “teve mais poder do que o próprio Big Brother” e “atribuiu as coisas mais importantes do programa ao longo de toda a semana”.
No «Diário», Nuno Eiró esclareceu que a produção tinha preparado essas condições independentemente de quem ganhasse a liderança.
“Vamos voltar a dizer que já estava decidido há muito tempo pela produção do programa fosse quem fosse [o líder]. E nós vimos todos como é que a Catarina foi a líder, portanto, podia ter sido ela, podia ter sido a Jéssica [Gomes], como a outra pessoa que lá estava. Aconteceu ser ela, portanto, calhou”, afirmou.
Maria Botelho Moniz já tinha explicado, no «Especial» de quarta-feira, 21 de outubro, que os privilégios seriam entregues “a quem quer que fosse que ganhasse a liderança”.
Na resposta a Francisco Monteiro, o Big Brother também reivindicou a autoridade sobre as decisões: “Não se esqueça que sou eu que dou o poder à Catarina de ter poder. Nesse sentido, o poder não deixa de ser meu.”
