Cifrão revê tensão com Pedro Teixeira da Mota: “Acho que fui super defensivo”, afirmou após a presença no podcast.
Cifrão voltou ao momento mais tenso da passagem dos D’ZRT pelo «watch.tm» e, depois de rever a conversa com Pedro Teixeira da Mota, fez uma autocrítica à forma como reagiu.
A entrevista tinha ficado marcada pela recuperação de uma antiga publicação feita por Pedro Teixeira da Mota em 2006, quando assumia uma posição fortemente crítica em relação aos D’ZRT. Durante o podcast, Cifrão mostrou desde cedo alguma desconfiança sobre a direção que a conversa poderia tomar e chegou a admitir que tinha ponderado se seria boa ideia aceitar o convite.
Dias depois, porém, olhou para o episódio de outra maneira.
“Foi parvo da minha parte”
Questionado no «Cala-te Boca», da MegaHits, Cifrão reconheceu que entrou na conversa excessivamente preparado para se defender.
“Acho que fui super defensivo”, começou por admitir. E acrescentou: “Acho que foi parvo da minha parte.”
A distância permitiu-lhe também rever a intenção que atribuíra inicialmente ao humorista.
“Agora que vejo o podcast, não senti isso do Pedro”, explicou, admitindo ainda que poderia simplesmente estar num dia menos conseguido quando a entrevista foi gravada.
A reação altera, assim, a leitura que o próprio Cifrão tinha feito no momento. Aquilo que durante a gravação sentiu como uma possível tentativa de o colocar numa posição desconfortável é agora relativizado pelo músico depois de assistir ao resultado final.
O episódio completo contou ainda com Edmundo Vieira e Paulo Vintém, numa conversa que percorreu diferentes momentos da história dos D’ZRT e recuperou também a forma como a banda era recebida no auge do fenómeno.
