Cifrão revela planos ambiciosos e admite surpresa com regresso das bandas: “É um livro com 400 páginas”, disse.
Uma década de projetos já traçada
Cifrão, coreógrafo e produtor, garantiu que já tem a próxima década definida ao pormenor. Com segurança, explicou que o futuro está planeado e alinhado com a sua visão criativa. “Sei o que quero fazer nos próximos anos. Quero produzir, criar, gerir“, afirmou.
“Morangos com Açúcar” continuam no centro das suas ideias
Em entrevista à TV Guia, o profissional revelou que muitos dos seus projetos giram em torno do universo dos Morangos com Açúcar. O evento no MEO Arena, realizado na sexta-feira, 28 de novembro, é apenas um exemplo do que pretende desenvolver.
Sobre esta fonte inesgotável de inspiração, confessou: “Na verdade, se eu contar as mil ideias que tenho para fazer com o universo Morangos, o universo das bandas, dos musicais e tudo, vamos ficar a falar durante horas. É um livro com 400 páginas“.
A importância da série juvenil no panorama atual
Além disso, Cifrão defende que a série deve manter presença ativa no ecrã, sublinhando a sua relevância para as novas gerações. Assim, declarou: “Uma série diária, que fale diretamente com os miúdos, é preponderante nos dias de hoje. Luto com todas as minhas unhas para que volte a acontecer. Nunca deviam desaparecer“.
O produtor admite também que só agora reúne maturidade e visão suficiente para concretizar aquilo que sempre idealizou. “Sempre sonhei em fazer muita coisa sobre os Morangos mas quando lá estava não tinha cabeça para isso, não tinha maturidade, nem a visão artística que hoje tenho“, acrescentou.
Regresso das bandas explicado por Cifrão
Sobre a reunião das bandas icónicas da série, Cifrão atribui o sucesso ao ambiente que conseguiu criar. Referindo-se às Just Girls e aos 4 Taste, partilhou: “Super condições para voltarem todos. O facto de ser artista faz com que entenda exatamente do que é que eles precisam e o respeito que precisam para fazer isto“.
D’ZRT poderão voltar aos palcos
Em relação aos D’ZRT, revelou que o plano inicial para 2022 era apenas um concerto de despedida. Contudo, o entusiasmo do público mudou o rumo dos acontecimentos. “Não vamos andar por aí regularmente mas, na minha cabeça, está pelo menos mais um grande concerto”, adiantou.
Sobre essa transformação inesperada, recordou: “Em 2023 íamos reviver o que tínhamos vivido quando éramos Morangos’. E na altura isso bastava-nos. Mas depois aconteceu A Reunião e aquilo que era para ser uma coisa, transformou-se numa partilha”.
Por fim, deixou no ar um mistério sobre o futuro: “As premissas vão mudando. Adorava dizer que isto é super estruturado, mas não é verdade”.
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