Diogo Alexandre esclarece futuro com Carla Barradas e explica polémica do telemóvel em Casados à Primeira Vista, na SIC.
Diogo Alexandre esclareceu algumas das questões que mais marcaram a sua participação em Casados à Primeira Vista. O empresário falou sobre o futuro com Carla Barradas, o desejo de ter filhos e os conflitos motivados pelo telemóvel.
O participante esteve esta segunda-feira, 20 de julho, no Passadeira Vermelha. Liliana Campos conduziu a conversa, acompanhada por David Motta, Filipa Torrinha e Sara Avelar.
Durante a emissão, Diogo Alexandre admitiu que algumas das suas palavras foram interpretadas como uma tentativa de pressionar Carla. No entanto, garantiu que nunca pretendeu impor uma data para aumentarem a família.
Conversa sobre filhos gerou desconforto entre o casal
O tema da maternidade provocou algum ruído durante a experiência. Carla Barradas sentiu que Diogo Alexandre estava a tentar estabelecer um prazo para terem filhos.
Já no estúdio do Passadeira Vermelha, o empresário explicou que pretendia apenas perceber quando a companheira estaria disponível para conversarem sobre o assunto.
“E é muito interessante a forma como às vezes eu faço uma pergunta e é interpretada de uma forma completamente diferente. E estes programas são mesmo importantes por isso, para eu rever as imagens (…) Na altura o que eu tinha mencionado (…) eu queria saber (…) quando é que ela teria ideia em debatermos sobre o assunto. Nunca disse: «olha, nós daqui a 3 meses temos que falar» Era numa de, olha, eu pessoalmente ao fim, se calhar, de no máximo um ano de relação, gosto de ponderar, sentar-me”, explicou.
Segundo Diogo Alexandre, a pergunta surgiu porque ambos tinham manifestado vontade de constituir família.
Diogo garante que nunca quis impor prazos
O participante reforçou que não estava a perguntar quando teriam um filho. A intenção passava por avaliar se os dois mantinham uma visão semelhante sobre o futuro.
Ainda assim, reconheceu que Carla recebeu a questão de outra forma e assumiu a necessidade de ajustar a comunicação.
“Nós sempre falámos, tivemos essa abertura de falar que queríamos ter filhos. Aquela pergunta nunca, acho que nunca conseguiu ser bem interpretada, porque eu nunca quis saber quando é que nós vamos ter filhos, mas sim numa de quando é que tu te sentes confortável de falarmos (…) Era só mais uma mais leve e foi sentida de outra forma, e é legítimo ela ter sentido daquela forma. Cabe-me a mim agora começar a adaptar o meu discurso para que ela se sinta mais confortável com as minhas perguntas”, afirmou.
Diogo Alexandre mostrou-se, assim, disponível para compreender o impacto das suas palavras e encontrar uma forma mais tranquila de abordar temas delicados.
Sara Avelar recorda compatibilidade entre Diogo e Carla
Sara Avelar considerou que a pergunta sobre filhos não surgiu sem contexto. Desde o início, Diogo Alexandre e Carla Barradas apresentaram vários objetivos de vida em comum.
“Vocês tinham os dois tudo muito similar, queriam muito ser pais, queriam constituir família (…) e nós até sempre considerámos aqui que era o match perfeito. Portanto, essa pergunta da tua parte também não era completamente descabida”, observou a comentadora.
Apesar das dificuldades de comunicação, o casal foi frequentemente apontado como um dos pares mais compatíveis da experiência da SIC.
Inscrição tinha como objetivo encontrar uma companheira
Liliana Campos quis também perceber se Diogo Alexandre entrou verdadeiramente no programa para encontrar uma relação amorosa.
O empresário garantiu que essa foi a principal motivação. Antes de aceitar, chegou mesmo a analisar os resultados de outras edições do formato.
“Foi, foi, porque a experiência, eu já tenho outras experiências de vida, que não era com esse objetivo (…) E acreditar, andei lá a estudar as estatísticas e perceber que os casados à primeira vista até têm uma boa taxa”, explicou.
Contudo, a entrada num programa desta natureza também trouxe dúvidas. Diogo temeu que a pessoa escolhida pela produção pudesse manter-se na relação apenas para prolongar a presença na televisão.
“Ao mesmo tempo não vou esconder que surge sempre aquele receio, não é? (…) 10 mil perguntas pela cabeça e se a pessoa até gosta de ti mas depois só está contigo porque quer continuar no programa”, confessou.
Programa permitiu encontro que dificilmente aconteceria
A experiência acabou por colocar frente a frente duas pessoas que viviam relativamente próximas, mas que nunca se tinham cruzado.
Diogo Alexandre destacou a distância reduzida entre a sua residência e a zona onde Carla sempre viveu.
“Ela sempre viveu ali naquela zona, 37 km de diferença um do outro, e nós nunca nos cruzámos na nossa vida. Como é que eu ia conhecer a Carla se não fosse no programa? E aí está a prova”, vincou.
O primeiro encontro levou-o a concentrar-se imediatamente na mulher escolhida pelos especialistas.
“Eu acabei por me dedicar e só focar nela. E está tínhamos ali só os dois embrulhados naquele sentimento”, recordou.
Uso do telemóvel provocou desentendimentos
Além da conversa sobre filhos, Diogo Alexandre foi confrontado com o uso frequente do telemóvel durante as gravações.
A questão provocou alguns desentendimentos com Carla Barradas e chegou a merecer um reparo direto de Rui Filipe, no final de uma Cerimónia de Compromisso.
Ainda assim, o empresário desvalorizou a influência que o telefone poderá ter tido na relação. Segundo explicou, o tema já foi conversado entre ambos.
“Acredito que não teve influência, já falei muito com a Carla. A questão é que brincámos com isso e acabou por passar mais, mas todos nós estamos agarrados ao telemóvel. Se formos a ver as horas, eu estou menos tempo do que todos os outros que lá estavam”, argumentou.
Na sua perspetiva, a forma como a questão foi apresentada acabou por lhe dar uma dimensão superior à realidade.
Chamadas estavam relacionadas com o trabalho
Diogo Alexandre explicou que muitas das chamadas atendidas durante as gravações estavam relacionadas com a sua atividade profissional.
O empresário tinha alertado previamente a produção para a necessidade de permanecer contactável em determinados momentos.
“A única diferença é que, enquanto estávamos a gravar, muitas das vezes tinha mesmo de atender o telefone, porque eram chamadas urgentes de trabalho. Falei sobre isso com a produção inicialmente, disse que havia certos momentos em que tinha de atender”, esclareceu.
A utilização do telefone não teria, portanto, como objetivo afastar-se de Carla ou demonstrar falta de interesse na relação.
Flexibilidade do formato foi decisiva
A necessidade de acompanhar o trabalho levou Diogo Alexandre a recusar outros convites televisivos.
Segundo o participante, Casados à Primeira Vista oferecia uma flexibilidade que não encontraria num reality show com isolamento total.
“Por isso é que nunca fui para outro reality qualquer, recusei todos os outros convites, porque preciso de estar com o meu telefone em chamadas. Às vezes posso não resolver nada, mas só por chamada dou a indicação e está resolvido”, revelou.
Além da possibilidade de encontrar uma companheira, a manutenção do contacto profissional foi decisiva para aceitar o formato da SIC.
No Passadeira Vermelha, Diogo Alexandre procurou assim esclarecer que nunca quis pressionar Carla Barradas a ter filhos. O participante justificou também o telemóvel com responsabilidades profissionais que não podia abandonar durante as gravações.
