Herança de Pinto da Costa volta a tribunal: Relação manda reavaliar processo e viúva reage, sendo assunto comentado no V+Fama.
A polémica em torno da herança de Jorge Nuno Pinto da Costa voltou a estar em destaque no programa V+ Fama. Em análise esteve a decisão do Tribunal da Relação sobre o recurso apresentado por Alexandre Pinto da Costa.
Na emissão, Adriano Silva Martins, Guilherme Castelo Branco e Cláudia Jacques comentaram os novos desenvolvimentos do caso. Em causa está o apuramento do património deixado pelo antigo presidente do Futebol Clube do Porto.
Além disso, o programa abordou o comunicado emitido por Cláudia Campo, viúva de Pinto da Costa, que rejeitou as acusações feitas contra si.
Tribunal da Relação manda reavaliar factos
Adriano Silva Martins começou por enquadrar a decisão judicial. O apresentador explicou que o Tribunal da Relação considerou haver matéria para nova análise.
“𝗢 𝗧𝗿𝗶𝗯𝘂𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗥𝗲𝗹𝗮çã𝗼 𝗮𝗰𝗮𝗯𝗼𝘂 𝗽𝗼𝗿 𝗱𝗮𝗿 𝗿𝗮𝘇ã𝗼 𝗮𝗼 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝗶𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗮 𝗖𝗼𝘀𝘁𝗮, 𝗮𝗼 𝗔𝗹𝗲𝘅𝗮𝗻𝗱𝗿𝗲, 𝗲 𝘃𝗼𝗹𝘁𝗮 𝗲𝗻𝘁ã𝗼 𝗮𝘀𝘀𝗶𝗺 𝗮 𝘃𝗲𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗵á 𝗶𝗻𝗱í𝗰𝗶𝗼𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗶𝗻𝘃𝗲𝘀𝘁𝗶𝗴𝗮𝗿 𝘁𝘂𝗱𝗼 𝗼 𝗿𝗲𝗹𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼 𝗲𝗺 𝗿𝗲𝗹𝗮çã𝗼 à 𝗵𝗲𝗿𝗮𝗻ç𝗮”, afirmou.
Depois, Guilherme Castelo Branco esclareceu que a decisão não representa uma vitória final de Alexandre Pinto da Costa. Trata-se, segundo o comentador, de uma reavaliação do processo.
“𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝗼 𝘁𝗿𝗶𝗯𝘂𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗿𝗲𝗹𝗮çã𝗼 𝗱𝗶𝘀𝘀𝗲 𝗳𝗼𝗶, 𝗵á 𝗳𝗮𝗰𝘁𝗼𝘀 𝗮 𝘀𝗲𝗿𝗲𝗺 𝗮𝗽𝘂𝗿𝗮𝗱𝗼𝘀, 𝗶𝘀𝘁𝗼 𝗻ã𝗼 𝗺𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗲𝗰𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗲𝗷𝗮 𝗯𝗲𝗺 𝗳𝗲𝗶𝘁𝗼, 𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝗻𝘁𝗼 𝘃𝗼𝗹𝘁𝗮 à 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗶𝗻𝘀𝘁â𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗵𝗮𝘃𝗲𝗿 𝘂𝗺𝗮 𝗿𝗲𝗮𝗻á𝗹𝗶𝘀𝗲 𝗱𝗼𝘀 𝗳𝗮𝗰𝘁𝗼𝘀, 𝗲 𝘀ó 𝗱𝗲𝗽𝗼𝗶𝘀 𝗱𝗲 𝗵𝗮𝘃𝗲𝗿 𝘂𝗺𝗮 𝗻𝗼𝘃𝗮 𝗱𝗲𝗰𝗶𝘀ã𝗼 é 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗼𝗱𝗲 𝗵𝗮𝘃𝗲𝗿 𝘂𝗺 𝗿𝗲𝗰𝘂𝗿𝘀𝗼”.
Assim, o processo regressa à primeira instância para nova apreciação dos factos.
O património que levantou dúvidas
Guilherme Castelo Branco recordou também o contexto da disputa. O comentador explicou que Alexandre Pinto da Costa terá estranhado o património apurado após a morte do pai.
“𝗢 𝗔𝗹𝗲𝘅𝗮𝗻𝗱𝗿𝗲 𝗣𝗶𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗮 𝗖𝗼𝘀𝘁𝗮, 𝗻𝗮 𝗮𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗲𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝗵𝗼𝘂𝘃𝗲 𝗼 𝗳𝗮𝗹𝗲𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗲 𝗵𝗼𝘂𝘃𝗲 𝗮 𝗹𝗲𝗶𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗱𝗼 𝘁𝗲𝘀𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼, 𝗲𝗹𝗲 𝘃𝗲𝗶𝗼 𝗮 𝗱𝗲𝘀𝗰𝗼𝗯𝗿𝗶𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝘁𝗶𝗻𝗵𝗮 𝘀𝗶𝗱𝗼 𝗿𝗲𝘁𝗶𝗿𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗼 𝘁𝗲𝘀𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗻𝗼𝘀 ú𝗹𝘁𝗶𝗺𝗼𝘀 𝘁𝗲𝗺𝗽𝗼𝘀 𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝘁𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗳𝗶𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗮𝗽𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝗰𝗼𝘁𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗻ã𝗼 𝗹𝗵𝗲 𝗽𝗼𝗱𝗲 𝘀𝗲𝗿 𝗿𝗲𝘁𝗶𝗿𝗮𝗱𝗮. 𝗘𝗻𝘁𝗿𝗲𝘁𝗮𝗻𝘁𝗼, 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝘃ã𝗼 𝗮 𝗮𝘃𝗲𝗿𝗶𝗴𝘂𝗮𝗿, 𝗮𝗳𝗶𝗻𝗮𝗹 𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗮𝘀 𝗻ã𝗼 𝘁𝗶𝗻𝗵𝗮𝗺 𝗱𝗶𝗻𝗵𝗲𝗶𝗿𝗼 𝗻𝗲𝗻𝗵𝘂𝗺 𝗽𝗿𝗮𝘁𝗶𝗰𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲, 𝗲 𝗵𝗮𝘃𝗶𝗮 𝘀ó 𝘂𝗺 𝗧𝟭 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗱𝗶𝘃𝗶𝗱𝗶𝗿 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗲𝗹𝗲, 𝗮 𝗶𝗿𝗺ã, 𝗲 𝗱𝗲𝗽𝗼𝗶𝘀 𝗮𝗹𝗴𝘂𝗺𝗮𝘀 𝗽𝗲ç𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗮𝗿𝘁𝗲”.
Perante esse cenário, o filho do antigo dirigente avançou com o processo. A questão central passa pelo destino de dinheiro, obras de arte, relógios e outros bens referidos na emissão.
Cláudia Campo responde em comunicado
O V+ Fama abordou ainda a reação pública de Cláudia Campo. A viúva de Pinto da Costa emitiu um comunicado para rejeitar as acusações.
Guilherme Castelo Branco resumiu o conteúdo do documento divulgado pelo departamento jurídico.
“𝗗𝗶𝘇 𝗾𝘂𝗲 𝗿𝗲𝗰𝘂𝘀𝗮 𝗾𝘂𝗮𝗹𝗾𝘂𝗲𝗿 𝗮𝗹𝗲𝗴𝗮çã𝗼 𝗾𝘂𝗲 é 𝗳𝗲𝗶𝘁𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮 𝗲𝗹𝗮 𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼 𝗲𝘀𝘁á 𝗮 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗿 𝘂𝗺𝗮 𝗱𝗲𝘃𝗮𝘀𝘀𝗮 à 𝘀𝘂𝗮 𝘃𝗶𝗱𝗮”.
Na emissão, o comentador admitiu ainda que a tensão entre as partes poderá vir a crescer noutras frentes judiciais. Foi colocada a hipótese de uma queixa por difamação, caso Cláudia Campo avance nesse sentido.
Cláudia Jacques desvaloriza comunicado da viúva
Na continuação da cobertura do caso, Cláudia Jacques entrou em direto a partir do Porto. A comentadora falou sobre o comunicado de Cláudia Campo e a decisão do Tribunal da Relação.
Questionada por Adriano Silva Martins, Cláudia Jacques considerou que o essencial está na existência de matéria para investigação.
“𝗔 𝗻𝗼𝘃𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 é 𝗮𝗽𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗱𝗶𝘇𝗲𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗼 𝗧𝗿𝗶𝗯𝘂𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗥𝗲𝗹𝗮çã𝗼, 𝗲𝗳𝗲𝘁𝗶𝘃𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲, 𝗰𝗵𝗲𝗴𝗼𝘂 à 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗹𝘂𝘀ã𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗵𝗮𝘃𝗶𝗮 𝗺𝗮𝘁é𝗿𝗶𝗮 𝘀𝘂𝗳𝗶𝗰𝗶𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲 𝗶𝗺𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝗻𝘁𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗮𝘃𝗲𝗿𝗶𝗴𝘂𝗮çã𝗼”, afirmou.
Depois, a comentadora reforçou que o objetivo de Alexandre Pinto da Costa é conhecer o destino do património.
“𝗔𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘀𝗲 𝗽𝗿𝗲𝘁𝗲𝗻𝗱𝗲 𝗮𝗾𝘂𝗶 é 𝗮𝗽𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗮𝗽𝘂𝗿𝗮𝗿 𝗮 𝘃𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲. 𝗘𝘀𝘁𝗮 é 𝗮 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗻çã𝗼 𝗱𝗼 𝗔𝗹𝗲𝘅𝗮𝗻𝗱𝗿𝗲 𝗱𝗲𝘀𝗱𝗲 𝗼 𝗶𝗻í𝗰𝗶𝗼. 𝗘 𝗮𝗾𝘂𝗶𝗹𝗼 𝗾𝘂𝗲 é ó𝗯𝘃𝗶𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗾𝘂𝗮𝗹𝗾𝘂𝗲𝗿 𝗳𝗶𝗹𝗵𝗼 𝗴𝗼𝘀𝘁𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗲𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝘀𝗮𝗯𝗲𝗿 𝗼 𝗾𝘂𝗲 é 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗰𝗼𝗻𝘁𝗲𝗰𝗲𝘂 𝗮𝗼 𝗱𝗶𝗻𝗵𝗲𝗶𝗿𝗼, 𝗮𝗼 𝗲𝘀𝗽ó𝗹𝗶𝗼, à𝘀 𝗼𝗯𝗿𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗮𝗿𝘁𝗲, 𝗮𝗼𝘀 𝗿𝗲𝗹ó𝗴𝗶𝗼𝘀, 𝗮 𝘁𝘂𝗱𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗱𝗲𝘀𝗮𝗽𝗮𝗿𝗲𝗰𝗲𝘂”.
“Ótima oportunidade para saber a verdade”
Sobre o facto de o processo visar Cláudia Campo, Cláudia Jacques considerou a situação expectável. A comentadora lembrou que a viúva acompanhava Pinto da Costa nos últimos anos.
Ainda assim, deixou uma leitura sobre a forma como a própria Cláudia Campo poderá encarar o processo.
“𝗦𝗲 𝗮 𝗖𝗹á𝘂𝗱𝗶𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘀𝗶𝗱𝗲𝗿𝗮 𝗾𝘂𝗲 é 𝗶𝗻𝗼𝗰𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗻𝗶𝘀𝘁𝗼 𝘁𝘂𝗱𝗼, 𝗻ã𝗼 𝘁𝗲𝗺 𝗻𝗲𝗻𝗵𝘂𝗺𝗮 𝗰𝘂𝗹𝗽𝗮 𝗻𝗼 𝗱𝗲𝘀𝗮𝗽𝗮𝗿𝗲𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗱𝗶𝗻𝗵𝗲𝗶𝗿𝗼 𝗲 𝗱𝗲 𝗯𝗲𝗻𝘀, 𝗲𝗻𝘁ã𝗼 𝘁𝗮𝗺𝗯é𝗺 𝘁𝗲𝗺 𝗮𝗾𝘂𝗶 𝘂𝗺𝗮 ó𝘁𝗶𝗺𝗮 𝗼𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗻𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝘀𝗮𝗯𝗲𝗿 𝗮 𝘃𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲 𝘀𝗲 𝗱𝗲𝗳𝗲𝗻𝗱𝗲𝗿”.
Assim, Cláudia Jacques apresentou o processo como uma via para esclarecer dúvidas de ambas as partes.
Relação entre pai e filho também foi tema
O comunicado de Cláudia Campo terá acusado Alexandre Pinto da Costa de se ter lembrado do pai apenas no fim da vida. Cláudia Jacques rejeitou essa leitura.
A comentadora recordou que Alexandre foi filho único durante muitos anos. Também defendeu que o afastamento teve origem em questões profissionais ligadas ao futebol.
“𝗔 𝘀𝗶𝘁𝘂𝗮çã𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗹𝗲𝘃𝗼𝘂 𝗮𝗼 𝗮𝗳𝗮𝘀𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗼𝘀 𝗱𝗼𝗶𝘀 𝗳𝗼𝗶 𝗽𝗼𝗿 𝘂𝗺𝗮 𝗾𝘂𝗲𝘀𝘁ã𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗳𝗶𝘀𝘀𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹, 𝘁𝗲𝘃𝗲 𝗮 𝘃𝗲𝗿 𝗰𝗼𝗺 𝗮𝘀 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗿𝗼𝗱𝗲𝗮𝘃𝗮𝗺 𝗼 𝗣𝗶𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗮 𝗖𝗼𝘀𝘁𝗮”, frisou.
Depois, Cláudia Jacques acrescentou que Alexandre Pinto da Costa voltou a estar próximo do pai durante a doença.
“𝗡𝗼𝘀 𝘁𝗲𝗺𝗽𝗼𝘀 𝗲𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝗹𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗲𝘃𝗲 𝗿𝗲𝗮𝗹𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗼𝗲𝗻𝘁𝗲, 𝗼 𝗔𝗹𝗲𝘅𝗮𝗻𝗱𝗿𝗲 𝘃𝗼𝗹𝘁𝗼𝘂 𝗮 𝗲𝘀𝘁𝗮𝗿 𝗰𝗼𝗺 𝗼 𝗽𝗮𝗶, 𝗲𝗿𝗮 𝘃𝗶𝘀𝗶𝘁𝗮 𝗱𝗶á𝗿𝗶𝗮 𝗻𝗮 𝗖𝗨𝗙 𝗲 𝗱𝗲𝗽𝗼𝗶𝘀 𝗲𝗺 𝗰𝗮𝘀𝗮”, rematou.
Com esta explicação, a comentadora criticou a tentativa de resumir a relação entre pai e filho apenas aos anos de maior afastamento.
Estratégias diferentes no processo
Cláudia Jacques comentou ainda a forma como as partes têm gerido o caso. Segundo a comentadora, Alexandre Pinto da Costa e os seus advogados têm preferido manter o silêncio.
A estratégia, disse, tem sido “𝗱𝗲𝗶𝘅𝗮𝗿𝗲𝗺 𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼 𝗰𝗼𝗿𝗿𝗲𝗿 𝗲 𝘀𝗲𝗿𝗲𝗺 𝗼𝘀 𝘁𝗿𝗶𝗯𝘂𝗻𝗮𝗶𝘀 𝗮 𝗱𝗲𝗰𝗶𝗱𝗶𝗿𝗲𝗺”.
Por outro lado, Cláudia Campo optou por responder publicamente através de comunicado, numa tentativa de defender a sua posição antes do julgamento.
Também foi referido que o apuramento de transferências e cheques emitidos dependerá de instâncias superiores, com acesso aos dados concretos.
Com a decisão da Relação, o caso da herança de Pinto da Costa ganha novo fôlego judicial. Agora, o processo regressa à primeira instância para nova análise dos factos.

