António Leal e Silva deixou um comentário sobre a aparência de Stefania do Mónaco no «V+ Fama», durante uma conversa que começou com Paul McCartney e Isabel II. A intervenção surgiu na emissão desta quinta-feira, 22 de outubro, quando o painel passou das alegadas cumplicidades da rainha britânica para as suas preferências entre famílias reais.
Depois de Marta Aragão Pinto recordar a beleza de Stefania, Leal e Silva respondeu: “A Stefania era linda, agora está um bocadinho para o Natal… Para o bolo-rei. Mas é a vida.”
Família do Mónaco entra na conversa
Questionado por Adriano Silva Martins sobre a admiração pela realeza britânica, o comentador admitiu que os seus interesses estavam mais voltados para o Mónaco.
“A Isabel II achava graça, mas não era propriamente uma pessoa por quem eu tivesse… Por acaso, a família real inglesa nunca achei. Eu sou mais da família do Mónaco, acho-as todas magias. Também acabaram, estão todas umas passas”, afirmou.
Leal e Silva abriu uma exceção para Carolina e chamou a atenção para a semelhança com a filha: “A Carolina continua. E a filha que está igual?”
Adriano referiu Charlotte Casiraghi e Marta acrescentou: “E a Stefania era linda, desculpe.” Foi essa observação que levou ao comentário sobre o «bolo-rei».
O comentador contou ainda um encontro com uma das filhas de Stefania, sem a identificar pelo nome: “Hoje encontrei a filha dela a trabalhar numa loja lá em Monte Carlo, que é amorosa. Ainda vendeu um casaco a uma amiga minha.”
Paul McCartney e Isabel II deram o mote
O tema inicial da conversa tinha sido a relação entre Paul McCartney e Isabel II, a propósito de declarações atribuídas ao antigo elemento dos Beatles.
Marta Aragão Pinto apresentou o assunto como uma história em torno de uma possível simpatia da monarca pelo músico: “Dizem que a Isabel II tinha um fraquinho pelo Paul McCartney. Não podemos perguntar à Isabel II se é verdade ou não, mas o Paul McCartney entrou na brincadeira.”
A comentadora acrescentou: “A mulher diz que eles tinham uma cumplicidade, que ele tinha uma cumplicidade com ela. Ela era muito nova quando os Beatles estavam no seu esplendor.”
Adriano recordou a descrição atribuída ao cantor: “Ele disse que ela era uma gata quando aconteceu.”
Marta prosseguiu: “Exatamente, ela era uma belezinha, como está no artigo. Por isso, ele a confidenciar isto, que a achava engraçada, a mulher se calhar disse: ‘Ah, é? Eu achava que ela é que tinha um fraquinho por ti’.”
«Estamos a falar de outro patamar»
Para Marta Aragão Pinto, o interesse da história estava sobretudo na proximidade entre duas figuras com percursos públicos tão diferentes.
“No mundo artístico é muito engraçado perceber a relação do Paul McCartney enquanto Beatle, com o sucesso todo que ele teve e a proximidade que acabou por ter com a rainha. Isto é giro, estas inconfidências”, afirmou.
Leal e Silva considerou que Isabel II receberia a conversa com humor: “Eu acho que ela ia achar piada.”
O comentador aproveitou para sublinhar a dimensão dos Beatles: “Hoje estamos a falar de um tema que eu acho curioso, porque há muita gente, e principalmente as pessoas mais novas, não têm a noção, e convém sempre recordar: quem foram os Beatles? Estamos a falar de outro patamar. É um fenómeno mundial de uma dimensão estratosférica.”
Depois de hesitar sobre se Isabel II ainda seria princesa no período de maior sucesso da banda, foi corrigido pelo apresentador, que situou esse auge nos anos 60. “O que interessa é que ela viveu isso tudo muito intensamente”, concluiu Leal e Silva.
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