Luana Piovani impedida de embarcar em voo da TAP e ameaça processar companhia aérea, segundo revelou a actriz.
Luana Piovani voltou ao centro da polémica nas redes sociais. Desta vez, a atriz brasileira relatou ter sido impedida de embarcar num voo da TAP com destino a Lisboa, apesar de alegar ter comprado a passagem correta. O incidente terá ocorrido no aeroporto de Newark, em Nova Iorque, e gerou forte indignação da parte da artista.
Situação gerou ansiedade: “Dá-me gatilho, dá-me ansiedade”
Numa publicação divulgada nas redes sociais, Luana explicou que levou dias para conseguir falar sobre o assunto.
“Eu tô pra fazê-lo há dois dias e não consigo, porque toda a vez que penso dá-me gatilho, me dá ansiedade. Aí eu falei, amanhã eu vou acordar com calma, vou-me cansar no pilates e com essa sensação de cansado eu vou gravar o vídeo que eu estou fazendo agora”, desabafou.
De acordo com o seu relato, a situação aconteceu na sexta-feira, num voo com partida de Nova Iorque.
“Sexta-feira, passada, agora, eu estava vindo de Nova York pra cá, pra Portugal, no caso, Lisboa, pelo aeroporto de Newark, no voo 202 da TAP”, detalhou.
Críticas à equipa de terra e falta de apoio
Segundo Luana, tudo parecia estar a correr normalmente, até ao momento do embarque. Foi a primeira na fila da classe executiva, mas acabou por ser impedida de seguir viagem. A atriz referiu que alguns funcionários da empresa riram da situação e recusaram-se a identificar-se.
“Bom, eu cheguei, era a primeira da fila da executiva para embarcar no voo 202, eram 2h15 da tarde, até que um rapaz, que eu infelizmente não anotei o nome, porque quando perguntei, na verdade, não, esse primeiro, eu perguntei, ele já tinha saído e daí não quiseram-me dar o nome dele, porque não é permitido”, relatou.
Luana identificou dois nomes: Glenda, uma funcionária que considerou ter sido gentil, e Ana Veloso, supervisora da Dnata, empresa que presta serviços em terra à TAP nos Estados Unidos.
“A outra moça, eu perguntei, ela não quis-me dar o nome porque ela sabia que alguma coisa ia acontecer. A que foi gentil foi a Glenda e a supervisora, que foi ríspida e blasé, o tempo todo não oferecendo nenhum tipo de solução ou empatia com a situação, chama-se Ana Veloso e é da empresa Dnata, que é quem faz a parte terrestre da TAP nos Estados Unidos”, afirmou.
A atriz também criticou o facto de não haver representação direta da companhia aérea no aeroporto.
“Sim, em Nova York não há escritório da TAP, não tem no aeroporto nenhum funcionário da TAP”, lamentou.
Processo à vista?
Luana Piovani garantiu que não deixará a situação passar em branco. Mostrou-se decidida a processar a companhia aérea portuguesa.
A TAP ainda não reagiu publicamente às acusações feitas pela atriz brasileira.


