Luís Figo anda explosivo nas redes sociais: “Escumalha como tu, que não fazes nada e vives da história, são aqueles que catalogam as pessoas”, referiu.
Assim, Luís Figo está no centro de uma polémica, depois de ter criticado, na passada quinta-feira, 9 de janeiro, a decisão do governo espanhol de promover mais de 100 eventos para assinalar os 50 anos da morte de Francisco Franco, ditador que governou Espanha durante quatro décadas.
No X (antigo Twitter), Figo referiu: “É uma pena que todos os gastos com a celebração de um morto na história de Espanha há 50 anos não sejam utilizados para todas as vítimas da DANA, em Valência, para que possam sair daquele inferno o mais rapidamente possível.”
A declaração gerou fortes reações nas redes sociais, incluindo insultos.
Nesse sentido, um internauta chamou-o de “porco fascista”, ao que Luís Figo respondeu de forma contundente: “Fascista? Eu não gosto deles, o que eu sou é rico e isso dá-te muita inveja, inútil! Escumalha como tu, que não fazes nada e vives da história, são aqueles que catalogam as pessoas. Se queres um emprego escreve-me e deixa de viver de subsídios.”
Roger Jornet, presidente da Associação Banco de ADN e Desaparecidos da Guerra Civil espanhola, afirmou: “De ser um grande futebolista até demonstrar que os ricos também podem ter um QI discutível. Há 100 mil desaparecidos em valas à espera de que os seus familiares os recuperem.”
Luís Figo respondeu: “Claro que sim, Roger Heredia, é melhor procurar os mortos, com todo o respeito, do que ajudar os vivos! Qual é o teu QI? Deves ser um fenómeno! Pergunto-te em catalão?”
Outros utilizadores acusaram o antigo futebolista de fugir aos impostos em Espanha.
“Rato, falas muito e sabes pouco! Vives da história e do dinheiro dos media de esquerda! Paguei mais impostos em Espanha num ano do que tu em toda a vida para que possas viver de uma história inútil“, respondeu Figo.
Assim, após várias críticas, Luís Figo anda explosivo nas redes sociais: “Escumalha como tu, que não fazes nada e vives da história, são aqueles que catalogam as pessoas”.
