Matilde Cid no Santa Casa Alfama: “Em qualquer obra de arte procuramos a emoção… sem ela nada existe”

Matilde Cid no Santa Casa Alfama: “Em qualquer obra de arte procuramos a emoção… sem ela nada existe”, na noite de ontem.

Matilde Cid no Santa Casa Alfama: “Em qualquer obra de arte procuramos a emoção… sem ela nada existe”

Texto: Francisco Potier Dias
Fotografias: João de Sousa

Por de entre os 12 Palcos desta décima edição do Santa Casa Alfama, há uns bastante peculiares, um deles é sem dúvida o Auditório da Abreu Advogados, meramente por se encontrar dentro da sede de umas das top5 das sociedades de advogados Portuguesas.

Neste palco, atuou a fadista Matilde Cid, acompanhada do Guitarrista Luís Guerreiro e Bernardo Saldanha, dando ao público presente um pouco do que semanalmente acontece num recanto junto do largo do Carmo.

A fadista brindou o público presente maioritariamente com fado tradicional, em especial com poemas da autoria de Martinho da Assunção, de Maria Teresa de Noronha e até da própria fadista, no tema “Toca para mim” – fado faia- com autoria de Matilde Cid.

Artisticamente esteve no registo que lhe é habitual, fado genuíno e de transmissão, pecando por vezes, não foi o caso, por algum excesso visual, que não é intencional.

Foram 45 minutos de Fado, com total simbiose e alegria nítida entre a fadista e os seus músicos, levando atento e entusiasmado todo o público que encheu a sala (e mais houvesse que havia fila de espera), quando há alegria e emoção todo o fado vale a pena.

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Francisco Potier Dias
Francisco Potier Dias
Jurista. Aficionado. Coruchense.

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