MEO Arena rendeu-se a Travis Scott

A maior sala de espetáculos portuguesa, MEO Arena, recebeu hoje o primeiro de três concertos do rapper americano Jacques Bermon Webster II , ou como o público o conhece , Travis Scott.

Texto: Diogo Nora.

O artista de 33 anos, encheu o Meo Arena, para apresentar o seu álbum Utopia, com a tour denominada Circus Maximus, numa alusão ao monumento romano.

Um palco enorme, com um passadiço a imitar as ruínas do Circus Maximus, Travis fez estremecer a sala lisboeta. O público maioritariamente composto por adolescentes e jovens adultos, aderiu em massa, e nem mesmo alguns bilhetes com valores na ordem dos 500€ dissuadiram os espectadores, de comparecer aos 3 espetáculos , e que praticamente lotaram o de hoje.

A abertura do concerto esteve a cargo do rapper e compositor sueco Yung Lean, que aqueceu todos os presentes para o concerto principal da noite.

Travis voltou a Portugal , desta vez com muito mais fama e protagonismo do que quando esteve presente, a última vez em terras lusas, desta feita no festival algarvio “Rolling Loud “. O espetáculo de hoje foi recheado de pirotecnia, jogos de luzes e mosh pit e surfacing, estes bem ao género dos concertos de metal.

O fenómeno Travis fez com que fosse possível ter 3 datas em Portugal, sendo o único local onde tal proeza foi possível. No espetáculo de dia 4, irá ser inaugurado um mural, esculpido por Alexandre Farto “Vhils” , de forma a assinalar o fim da digressão europeia do artista, tornando-o assim o primeiro artista a ter tamanho reconhecimento no Meo Arena.

Das melhores entradas já vistas a sala lisboeta, Travis entrou acompanhado do seu dj, e com um videowall gigante por trás a passar a sua entrada pelos corredores da sala de espetáculos.

O concerto foi ainda marcado pela ida a palco de 4 jovens e também pelo deflagramento de alguns artigos pirotécnicos por parte da plateia, nomeadamente tochas, potes de fumo e stobs.

Os temas interpretados foram cerca de 30, num espetáculo que durou aproximadamente 2 horas .

A legião de fãs que o americano arrastou até ao Meo Arena, cantou e saltou do início ao fim do espetáculo.

Foi possível ainda observar o flagelo dos telemóveis em riste, a filmar cada segundo do concerto, o que acaba por condicionar a experiência do concerto em si, na ótica do público em geral.

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