
Quatro meses após a trágica morte de Sara Carreira, o NICAV da GNR de Santarém está prestes a concluir o relatório.
A TV Guia revela que já só faltam os resultados dos exames toxicológicos, contudo, não vão mudar o desfecho do que já foi apurado.
Assim, e depois de analisadas todas as provas recolhidas no local do acidente, da peritagem aos veículos, a visualização das imagens das câmaras presentes no local e dos dados dos radares, da recolha das declarações de todos os envolvidos, apenas faltava o depoimento de Ivo Lucas, que conduzia o Range Rover de Sara.
A audição já aconteceu. O actor e cantor não se lembra do acidente, apenas de ir a conversar com Sara.
Sem estas declarações, do condutor que embateu no carro imobilizado na A1, pertencente à cantora Cristina Branco, as ideias fundamentam-se nas imagens fornecidas pela videovigilância e pelos radares de medição de velocidade da Brisa.
O carro de Sara Carreira, conduzido por Ivo Lucas, deslocava-se “muito acima” do limite legal (120Km/h), tendo essa sido a razão pela qual o condutor não conseguir evitar o acidente, ao contrário de outros 10 condutores que evitaram a colisão com o carro de Cristina Branco.
Provando-se o excesso de velocidade como causa do acidente, o Ministério Público deverá acusar Ivo Lucas pelo crime de homicídio por negligência, punível até três anos de prisão.
Adiante a TV Guia que este deverá ser o próximo passo do processo.
O cantor não deverá cumprir pena de prisão efectiva, porque normalmente nestes casos as penas são convertidas em pena suspensa e aplicação de uma multa.
Acresce ainda que poderá ainda ser inibido de conduzir em consequência da violação das leis do código de estrada.





