Nem o estatuto protege: Rui Freitas chamado à ordem por material desaparecido na 1.ª Companhia, por instrutor.
Na 1ª Companhia, a disciplina não conhece exceções. Este domingo, 8 de fevereiro, Rui Freitas percebeu isso ao ser confrontado pela chefia devido a material em falta.
Um alerta que começou com um cinturão
Desde logo, o Instrutor Joaquim exibiu um cinturão encontrado na sua posse e lançou o aviso ao pelotão: “Como é que isto tem parado o meu bolso? Olha, tem dois cinturões. Quem é que anda a perder material?”.
De imediato, Rui Freitas assumiu o objeto, explicando: “E esse cinturão é meu…”, acrescentando que se tratava de um extra guardado “de reserva na caserna”.
A lição sobre responsabilidade
Contudo, a justificação não convenceu a chefia. Sem rodeios, o instrutor respondeu: “De reserva. Bom, já sabe como é que isto funciona. Tudo se paga, não é?”.
Perante a sanção iminente, o recruta tentou uma abordagem conciliadora, afirmando que “gostava de adquirir o meu cinturão”. A resposta foi curta: “Também eu gostava que você não o tivesse perdido. Isto não é feito de gostos”.
Ironia para reforçar o aviso
Entretanto, Instrutor Marques juntou-se ao momento, acrescentando humor mordaz ao inventário de falhas.
Aproveitando o dia, atirou: “E como é domingo, temos uma promoção. É uma pá desaparecida e um cinturão. A rima aí é verdade, está a ver?”.
Um recado para toda a companhia
Assim, o episódio serviu de lembrete claro: na caserna de Bucelas, a atenção ao material é obrigatória. Seja dia santo ou feriado, a regra mantém-se e o custo da distração é real.
