Nuno Homem de Sá acusado de perseguir Frederica Lima na A1: “Não foi coincidência nenhuma”, foi referido na CMTV.
Carlos Anjos desmonta versão de defesa
O caso que envolve Nuno Homem de Sá e Frederica Lima continua a gerar polémica. Depois de relatos de uma alegada perseguição em plena A1, Carlos Anjos, antigo inspetor da PJ, analisou o episódio e rejeitou a tese de coincidência, na CMTV.
“Isto não foi coincidência nenhuma”, afirmou de forma categórica, contrariando a versão apresentada pelo ator, que alega ter seguido o mesmo trajeto “por acaso”.
“Isto é coagir”
Segundo Carlos Anjos, situações como esta são mais frequentes do que se imagina. “Estas perseguições acontecem. A defesa tenta suavizar, dizendo que não houve ação intrusiva, apenas uma coação. Mas quando alguém sabe onde a vítima vai estar, vai atrás, ri-se, goza e mantém-se na sua sombra… isso é coagir.”
Comportamento detalhado
Para o antigo inspetor, os indícios são evidentes. “Ela encosta na área de serviço, ele encosta. Ela abranda para 80, ele abranda. Ela acelera para 120, ele acelera. Isto não é condução natural, é perseguição. Acreditar que foi tudo casual é como acreditar no Pai Natal.”
“Ninguém acredita”
Carlos Anjos reforçou ainda a ideia de que a alegada coincidência é insustentável. “Ele sabia que ela ia a um evento, estava divulgado, até nas redes sociais. Não estava ali por acaso. Nenhum polícia acredita em coincidências destas, e penso que ninguém no país acredita.”
Intenção de intimidar
Por fim, o comentador foi claro quanto ao objetivo. “Ele queria que ela não se sentisse bem, queria que tivesse medo. Quando percebeu que ela chamou a GNR, desapareceu. Para mim, está mais do que provada a tentativa de coação.”
