Nuno Markl critica deputado pela reação a polícias que aceitaram e usaram cravos, no contexto das manifestações pelo direito à habitação. Numa publicação no Instagram, o humorista apontou uma contradição entre duas posições atribuídas ao mesmo responsável político.
Sem identificar o deputado no excerto divulgado, Nuno Markl contrapôs a defesa da dimensão humana dos agentes à censura de um gesto que considera precisamente humano.
“Num dia, um deputado diz que os polícias são pessoas e não robots. No outro, o mesmo deputado diz que os polícias que levaram a cabo o gesto humano de aceitar e usar um cravo são ‘uma vergonha’”, escreveu.
O também argumentista deixou clara a sua posição sobre o episódio, defendendo o simbolismo da flor perante a violência.
“Já eu, tendo a pensar que, entre violência e uma flor, a vergonha está na violência.”
Na mesma mensagem, Nuno Markl abordou os rótulos que lhe são dirigidos por expressar este tipo de opinião, recorrendo ao humor para concluir a reflexão.
“Por isso, há quem me chame ‘woke’ e há quem me chame ‘fofinho de esquerda’. Eu acho que não são coisas más de se ser. (Era pior se me chamassem filho da p*.)”**
Veja a publicação AQUI.
