Pedro Chagas Freitas elogia Gonçalo Ramos: “A sua postura é um pregão de combate contra a ditadura do ego”

Pedro Chagas Freitas elogia Gonçalo Ramos: “A sua postura é um pregão de combate contra a ditadura do ego”, disse.

Um retrato apaixonado do avançado português

Pedro Chagas Freitas voltou a incendiar as redes sociais com um texto emotivo dedicado a Gonçalo Ramos. O escritor destacou a atitude, a entrega e o carácter do internacional português, recuperando ainda um elogio recente de Luis Enrique.

Logo no início da reflexão, o autor cita o treinador do PSG: “Se joga um minuto, joga muito bem. Se não está em campo, continua a ajudar a equipa.”
De seguida, sublinhou que nada poderia traduzir melhor aquilo que Ramos representa.

“Uma excentricidade nos dias de hoje”

Além disso, Pedro Chagas Freitas descreveu o avançado como alguém raro no futebol moderno:

“Gonçalo Ramos é o tipo de pessoa que noutra época teria sido monge, ou operário exemplar, ou o soldado discreto que ninguém celebra mas de quem todos dependem.”

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O escritor realça que o jogador vive com uma dedicação total, sempre guiado pela humildade e pelo esforço, independentemente das luzes da ribalta.
“A maior parte de nós só se entrega quando há plateia. Ele não. Ele corre quando ninguém repara, quando não há estatística.”

O impacto invisível dentro de campo

De seguida, Pedro Chagas Freitas destacou que Ramos é daqueles que fazem a diferença sem que o público perceba:

“É fácil amar quem resolve jogos. É mais difícil compreender quem impede que se percam.”

Sublinha ainda o trabalho “silencioso”, mas determinante, do português:
“Pressiona até ao limite, desmonta saídas adversárias, corre quarenta metros para cobrir uma falha que não foi dele, faz um carrinho e rasga os joelhos todos para impedir um contra-ataque.”

“Tenho pena que não haja mais como ele”

No desfecho do texto, o escritor deixou um elogio que rapidamente se tornou viral:

“Quando joga, joga muito bem. Quando não joga, continua a existir para a equipa. A sua postura é um pregão de combate contra a ditadura do ego que está a consumir as vísceras da sociedade. Tenho pena que não haja mais como ele.”

Veja a publicação AQUI.

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