Tânia Laranjo presta homenagem pública à equipa e destaca companheiro de reportagem em pleno temporal

Tânia Laranjo presta homenagem pública à equipa e destaca companheiro de reportagem em pleno temporal, nas redes sociais.

Não falou de si. Falou de quem caminha ao lado. Nas redes sociais, Tânia Laranjo publicou um texto emotivo onde sublinha o valor do trabalho em equipa, depois de dias intensos no terreno, marcados por incêndios e agora por tempestades.

“Não há heróis sozinhos”

Logo nas primeiras linhas, a jornalista afastou qualquer ideia de protagonismo individual. “Não há trabalhos solitários. Não há heróis sozinhos, há mãos que se encontram no meio da tempestade. Há equipas.”

A reflexão surge após várias missões exigentes, onde o desgaste físico e emocional se impõe. Ainda assim, Tânia Laranjo fez questão de lembrar quem a acompanha fora do olhar das câmaras.

Da família aos colegas de terreno

Ao longo do texto, a repórter deixou referências pessoais e profissionais. Mencionou a filha, colegas e amigos que fazem parte do seu percurso. “Podia falar de tantos. Da minha filha Kika Laranjo, que me emociona com a sua lucidez e me tira o sono sempre que desafia o perigo.”

Além disso, enumerou vários nomes da equipa com quem partilha o trabalho diário. “Do Adrian Negura, da Bianca Rocha, do João Lopes. Do Gonçalo Batista e do Miguel Batista. Da minha Joana – que também é um bocadinho minha e me aquece o coração nos dias mais difíceis.”

Afonso, presença constante nos momentos extremos

No entanto, o texto ganhou um foco particular. A jornalista destacou Afonso, colega que a tem acompanhado de forma contínua nas últimas semanas. “Mas é o Afonso que, há quinze dias, caminha ao meu lado.”

Segundo descreveu, a parceria começou em contextos de grande exigência. “Esteve comigo na Gramaça, nos incêndios, quando o ar ardia e o cansaço pesava mais do que o corpo.”

Agora, o cenário mudou, mas a dureza mantém-se. “E está comigo agora, no meio do temporal – quando o vento uiva, a chuva nos fustiga o rosto e a incerteza se instala como nevoeiro cerrado.”

Um elogio à coragem silenciosa

Por fim, Tânia Laranjo deixou palavras fortes sobre a postura do jovem colega. “Tem apenas 24 anos, mas é gigante. Gigante na coragem serena, na lealdade firme, na forma como nunca solta a mão quando o mundo parece desabar.”

A mensagem terminou com um agradecimento direto e simples. “Obrigada, Afonso. Por estares. Por ficares.”

Assim, o texto transformou-se numa homenagem ao jornalismo feito em equipa, longe do conforto e perto da realidade, onde ninguém caminha sozinho.

Veja a publicação AQUI.

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Rui Lavrador
Rui Lavradorhttp://www.infocul.pt
Jornalista e Director Infocul.pt

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