Erros de produção colocam em risco identidade dos concorrentes de ‘A Máscara’, segundo foi agora revelado sobre o programa.
Apesar das rigorosas medidas de segurança impostas pela produção de ‘A Máscara’, João Manzarra, apresentador do programa, confessou que já descobriu, de forma acidental, a identidade de um mascarado antes do tempo.
Assim, no podcast ‘Na Realidade é Ficção’, de Renato Godinho, Manzarra contou: “Das poucas máscaras que descobri, não foi por investigação da minha parte, foi por incompetência de alguém [risos]. No dia em que vou para os ensaios, digo ao rececionista do prédio ‘Aqui só devem passar famosos’. E ele diz: ‘Ainda hoje, esteve cá…’ E fiquei a saber.”.
Renato Godinho, que foi o Esqueleto na terceira temporada de ‘A Máscara‘, revelou situações em que descobriu identidades: “Os camarins são contíguos. Os Cisnes, que eram o Kasha e o Miguel Cristovinho, estavam ao meu lado, e ao telefone ouvi: ‘Estou aqui com o Kasha’.”
Outro momento insólito envolveu Fernando Rocha, concorrente que interpretava o Galo: “Vi a Harley azul do Fernando Rocha na zona do guarda-roupa. Perguntei por que estava ali e disseram-me que ia ser usada na atuação. Como sabia de quem era a mota, percebi logo”, recordou Renato Godinho.
Porém, após alertar a produção, a mota foi substituída.
Por fim, Renato concluiu a conversa com mais um episódio marcante de ‘A Máscara’, envolvendo Soraia Tavares, que dava vida ao Polvo.
“Reconheci a voz dela quando me foram pôr o in-ear antes da minha atuação. Ainda estava a ouvir a atuação dela e percebi de imediato“, contou.
Ou seja, erros de produção colocam em risco identidade dos concorrentes de ‘A Máscara’.





