“Roubaram-me os meus meninos”: Avô de Diogo Jota em desespero no velório do neto, segundo referiu a CMTV.
Velório de Diogo Jota e André Silva marcado por dor profunda
O velório de Diogo Jota, de 28 anos, e do irmão, André Silva, de 25, decorreu esta sexta-feira, dia 4 de julho, na Capela da Ressurreição, em Gondomar. O ambiente foi dominado por um silêncio pesado e um sentimento de profunda consternação, um dia após o trágico acidente de viação que tirou a vida aos dois jovens futebolistas.
A dor e o choque continuam a marcar os rostos de familiares, amigos e admiradores que se deslocaram ao local para prestar a última homenagem.
O desespero do avô emocionou todos
Um dos momentos mais marcantes das cerimónias fúnebres foi protagonizado pelo avô de Diogo e André, visivelmente devastado com a perda dos netos. O homem, que sempre teve uma ligação próxima com os jovens, não conseguiu conter a dor.
“O avô esta manhã dizia ‘roubaram-me os meus meninos, roubaram-me os meus netos'”, relatou a jornalista Tânia Laranjo, da CMTV, descrevendo o sofrimento de uma despedida que deixou a família completamente desfeita.
Enquanto tentava consolar a filha Isabel, mãe dos dois futebolistas, o avô chorava a perda irreparável. A ligação emocional entre eles era profunda e visível, tornando o momento ainda mais difícil de suportar para quem testemunhava.
Uma comunidade em luto
Natural de Gondomar, Diogo Jota era uma figura admirada tanto no desporto como na sua terra natal. A comunidade local tem acompanhado as cerimónias em silêncio e respeito, unida pela dor e pela incredulidade.
A tragédia, que aconteceu em Espanha, deixou um vazio enorme na vida de todos os que acompanharam o percurso dos dois irmãos. Esta despedida, como muitas descrevem, será impossível de esquecer.
