José Condessa revela detalhes de “Amor à Prova”, a nova aposta da TVI com apenas 100 episódios, à Selfie.
TVI aposta em novo modelo de novelas curtas
A TVI prepara-se para estrear, ainda este ano, a novela “Amor à Prova”, a primeira produção do novo modelo anunciado por José Eduardo Moniz, diretor-geral da estação, que prevê novelas com apenas 100 episódios.
Este formato mais conciso marca uma mudança significativa na estratégia de ficção do canal de Queluz de Baixo, apostando em histórias mais intensas, diretas e emocionalmente envolventes.
Uma história de amor, adoção e segredos
“Amor à Prova” é um drama familiar que acompanha Alice (Mafalda Marafusta) e Tomás (João Jesus), pais adotivos de Nico (Salvador Biernat), um jovem que descobre sofrer de leucemia e necessita de um transplante urgente.
Sem saber que é adotado, Nico continua alheio ao segredo dos pais, mas a busca por um dador compatível conduz o casal ao Montijo, onde conhecem Cris (José Condessa) e Bruno, dois mecânicos que escondem a chave para o passado da criança.
Quando é revelado que Cris é o pai biológico de Nico, tudo muda. A ligação entre os dois cresce rapidamente, unindo-os pela paixão por automóveis e despertando sentimentos inesperados em Alice.
Entretanto, Sara (Joana de Verona), namorada de Cris e filha do dono da oficina, vê a relação desmoronar-se. Já Tomás, sentindo-se traído, promete lutar pela guarda do filho. No meio do caos, Amália (Ana Guiomar), irmã de Alice, aproveita a fragilidade da situação para se aproximar do cunhado.
O enredo, adaptado por Joana Jorge de um original estrangeiro, promete explorar temas como a parentalidade, a adoção e os verdadeiros valores da família.
José Condessa elogia o novo formato
O ator José Condessa, que dá vida a Cris, revelou em entrevista à SELFIE que as gravações têm sido exigentes, mas muito estimulantes.
“Está a ser uma loucura boa, já sabíamos que seria assim, porque é um projeto muito curto, como sabem. Até meio ou final de dezembro temos de terminar”, explicou.
Segundo o ator, o formato mais reduzido tem permitido uma abordagem mais intensa à narrativa e às personagens:
“Trata-se da tentativa de fazer, pela primeira vez, – e acho que está a ser bem executada –, uma novela série, uma novela mais curta em termos de episódios. Isso permite-nos desenvolver as personagens de uma forma mais aprofundada, porque temos pouco tempo, mas as ações têm que ser muito intensas.”
Uma novela “menos parada” e mais próxima do ritmo das séries
José Condessa destacou ainda que este novo modelo representa uma verdadeira revolução na forma de fazer televisão em Portugal.
“Por isso não é uma novela tão molenga, digamos assim, não é tão parada, não é uma ‘chiclete’, como às vezes temos a ideia que as novelas são”, afirmou.
