Polémica do “croquete” volta a incendiar debates: Roberta Medina reage e Sónia Tavares não perdoa

Declarações da organizadora do Rock in Rio relançam caso da expulsão da cantora

Meses após o incidente que marcou o Rock in Rio, a chamada “polémica do croquete” regressa ao centro das conversas mediáticas. As recentes declarações de Roberta Medina, que descreveu o episódio como “desagradável” e afirmou não ter sido informada na altura, reacenderam a indignação de Sónia Tavares e motivaram nova análise no V+ Fama.


Testemunhas recordam um episódio “de muito mau gosto”

António Leal e Silva, que viveu o incidente ao lado da vocalista dos The Gift, não poupou críticas. “Eu estava precisamente entalado entre a Sónia Tavares e a Bárbara Guimarães. O que se passou foi triste, foi de muito mau gosto e foi falta de formação”, afirmou.

O comentador detalhou ainda o comportamento da responsável pela expulsão, classificando-o como totalmente despropositado. “A sujeita foi super mal-educada, super desagradável. Parecia que estava a fazer uma rusga num bairro problemático de Lisboa e não a falar com pessoas que estavam ali a trabalhar”, lamentou, visivelmente revoltado.


Críticas à resposta de Roberta Medina

Por outro lado, Cláudia Jacques considerou insuficiente a forma como Roberta Medina descreveu o episódio. Para a socialite, a expressão utilizada pela produtora fica longe da gravidade do que aconteceu. “‘Desagradável’ é muito amena para descrever uma situação tão rude, tão grosseira e tão violenta”, defendeu.

Além disso, contestou a ideia de falta de informação por parte da organização. “A ordem veio de cima. Qualquer pessoa tem um walkie-talkie ou telemóvel para contactar”, sublinhou, rejeitando a desculpa apresentada.


Tenda VIP “não é para quem está a trabalhar”

Ainda assim, houve quem procurasse equilibrar a discussão. Guilherme Castelo Branco lembrou que a Tenda VIP não se destina a equipas em serviço e admitiu que Roberta Medina poderá não ter tido conhecimento direto da atuação da funcionária em causa. “Não se pode dar poder a quem não está preparado”, concordou António Leal e Silva, reforçando que o problema esteve no comportamento individual e não apenas na regra do espaço.

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