Big Brother All Stars: Joana Diniz mobiliza apoio a Sónia Jesus e avalia os adversários dentro do reality show.
Joana Diniz está a organizar uma equipa de apoio a Sónia Jesus no «Big Brother All Stars», retribuindo uma dedicação que conhece de perto. Quando esteve num reality show, foi Sónia quem acompanhou a sua mãe, a filha e o negócio. Agora, quer ajudá-la a chegar à vitória, embora admita que a mobilização dos votos se tornou mais exigente.
No «Dois às 10» de terça-feira, 29 de setembro, a conversa com Cláudio Ramos passou pela amizade entre as duas e pelas opiniões de Joana sobre os restantes concorrentes. Nem o desafio de escolher um vencedor que não fosse Sónia a fez mudar de resposta: “A Sónia, minha Sónia, minha Sónia até ao final.”
“Ela cuidou da minha mãe, da minha filha, do meu negócio”
Cláudio Ramos quis perceber como nasceu uma ligação que, aos seus olhos, ultrapassa uma amizade habitual.
“Onde é que vocês foram buscar esta? Vocês parecem irmãs de outra vida, não é?”, perguntou, acrescentando: “Ficou uma amizade mesmo. Não é uma amizade, é outra coisa. Vocês já estão muito unidas, muito ligadas.”
Joana respondeu: “Nós trabalhamos muito por telepatia e somos genuinamente amigas, sabes? Que é aquilo que hoje em dia se perdeu.”
A proximidade começou depois do «Duplo Impacto» e consolidou-se num período difícil para Sónia, relacionado com Vítor. Joana recordou as críticas que recebeu por permanecer ao lado da amiga: “Muita gente me criticou e era só amor que eu tinha para dar, eu não tinha para dar mais nada.”
Para a antiga concorrente, “só o amor é que faz esta relação durar”. E a entrega, garantiu, é recíproca.
“Ela fez igual, ela fez igual. Ela agarrou, ela cuidou da minha mãe, da minha filha, do meu negócio enquanto eu estava no programa.”
Joana descreveu assim a disponibilidade que também tem para Sónia: “Eu digo e confesso sempre que se eu tiver que parar a minha vida para viver a vida da Sónia, eu vou fazê-lo porque é minha. Eu tenho um amor por ela que eu não sei explicar.”
O incentivo para entrar e o trabalho fora da casa
Joana contou que incentivou Sónia a aceitar o convite para regressar à televisão, depois de a ver recusar outras oportunidades.
“Quando ela te diz, olha, convidaram-me para o ‘All Stars’, eu disse, ó mulher, isso é para ontem!”, recordou. A insistência continuou: “Ó amiga, vai, vai, o que é que tu tens a perder? Nada.”
Da prestação da amiga, fez um balanço favorável: “Olha, está a ser a Sónia, a Sónia. Estou a gostar muito. Acho que também os portugueses estão a gostar.” Admitiu, contudo, que já sente “saudades dela”.
Pela primeira vez envolvida na organização de uma equipa de apoio, Joana explicou o esforço necessário para conciliar essa tarefa com o trabalho e a vida pessoal.
“É difícil, difícil, difícil a gestão, as rifas, o juntar dinheiro. Antigamente isto era tu gostavas, ligavas, fazias as chamadas. Agora é angariar dinheiro, é fazer rifas, é sortear não sei o quê. Depois tens a tua vida, o teu trabalho.”
Quando Cláudio disse preferir votar diretamente, Joana deixou-lhe um pedido: “Eu estou mesmo a fazer conta contigo, Cláudio Ramos. Mesmo, nem vou esperar outra coisa.”
Catarina e Luís entre as preferências
Além de Sónia, Joana Diniz destacou Catarina Miranda pela variedade que considera trazer ao programa.
“Eu gosto da Catarina Miranda porque acho que ela sabe fazer este programa diferente”, afirmou. Na sua avaliação, a concorrente “tanto tem um lado que é chato como tem um lado muito divertido”.
Joana disse ainda ver em Catarina “uma mulher sofrida com coração magoado, mas que lá dentro até tem coisinhas boas”.
Luís Gonçalves também mereceu elogios: “Um homem do povo, diz o que lhe vem na alma, sem medo de nada.”
Confrontada por Cláudio com a sanção aplicada a Luís por ignorar as ordens do Big Brother, Joana evocou a experiência que teve com Miguel Vicente: “Sabes quantas vezes é que o Miguel Vicente, por exemplo, chegou a desrespeitar também o ‘Big Brother’ na minha altura?”
Miguel Vicente: bom para ver, difícil de acompanhar na casa
A opinião de Joana sobre Miguel foi menos favorável. “Não vou, não vou, não vou. Não aguento”, respondeu quando o concorrente entrou na conversa.
Cláudio sugeriu que o algarvio estaria diferente nesta edição, mas Joana distinguiu o interesse que pode ter para os espectadores da dificuldade de conviver com ele.
“Está terrível! Ai, não me dás! É muito bom nós estarmos a vê-lo cá fora como telespetador, dá jogo, é bom, é incrível. Mas lá dentro, aturá-lo, minha nossa senhora!”
Sobre Joana Albuquerque, apontou uma mudança em sentido diferente: “Estou muito impressionada com a Joana Albuquerque. Eu sei que ela não é a mesma que o 2020.” Considerou que “está muito calma”.
Joana admitiu não perceber o papel de Kina na casa e, embora manifestando respeito por Noélia Pereira, disse que a sua presença “já cansa”.
Jéssica Maria e a vantagem de passar despercebida
A participação de Jéssica Maria levou a conversa para o interesse financeiro de permanecer no programa.
“A Jéssica, olha, está a ganhar um dinheirinho, se aguenta o máximo tempo, que o dinheiro faz falta a toda a gente”, afirmou Joana.
Cláudio questionou se alguns participantes procuravam “ficar aqui um tempinho sem levantar poeira, que assim não sou nem nomeada nem nada”.
Joana concordou com essa possibilidade: “Acho que é um bocado por aí também. Não sei, já não me lembro dos outros programas que participou. E, por exemplo, nunca foi, acho que nunca foi nomeada. Portanto, é uma pessoa tranquila.”
Marcelino surpreende, mas é visto como o mais vulnerável
Joana Diniz apontou Diogo Marcelino como o concorrente em maior risco entre os nomeados: “O Diogo Marcelino é o mais fraco destes.”
A previsão não impediu uma avaliação positiva da sua vontade de jogar.
“Estou surpreendida com o Diogo Marcelino, ele entrou no meu programa há 14 anos atrás”, afirmou, ao recordar que já tinham partilhado uma experiência televisiva.
Joana desenvolveu a sua opinião: “Está um jogador com sede ao jogo, sabe? Estou a gostar, também sem medos. Gosto muito, por acaso, do Diogo. Não estou a ser apreciadora nele aqui nesta edição, mas é um miúdo que eu gosto muito e, acima de tudo, estou a gostar dele enquanto jogador.”
