Big Brother All Stars: Quinaz pede “sanção pesada” para travar ataques com assuntos do exterior por parte dos concorrentes.
Inês Simões defendeu penalizações iguais para todos. Cinha Jardim manifestou receio de que a tensão entre os concorrentes possa evoluir para uma agressão.
A insistência em trazer familiares, profissões e episódios da vida fora da casa para as discussões levou Gonçalo Quinaz a pedir uma intervenção mais firme do «Big Brother All Stars». No «Extra» da noite de sexta-feira, conduzido por Marta Cardoso, o comentador criticou o rumo dos confrontos e considerou insuficientes os avisos já feitos.
A análise surgiu depois de mais uma discussão envolvendo Francisco Monteiro, Luís Gonçalves e Catarina Miranda.
“Sinceramente, não sei, mas também te digo de forma sincera que não gosto nada disto. Aliás, o Big Brother já interveio mais que uma vez em relação aos assuntos do exterior e eles insistem nisto. É toda hora, é todos os dias”, lamentou.
“Não há necessidade de irem buscar filhos, famílias, pais”
Quinaz distinguiu o confronto próprio do jogo dos ataques que envolvem pessoas e situações exteriores ao programa.
“Não há necessidade de irem buscar filhos, famílias, pais, mulheres, profissões boas ou más, vícios de uns e de outros. Eu não consigo perceber, eu acho isto tão desnecessário”, afirmou.
Perante a repetição desses episódios, sugeriu uma consequência disciplinar mais severa.
“Sinceramente, isto se calhar só lá vai mesmo com uma sanção pesada para ver se eles, de uma vez por todas, aprendem a não irem buscar assuntos do exterior.”
Inês Simões exige o mesmo critério para todos
Inês Simões concordou com a necessidade de penalizar quem recorre a esses temas, sublinhando que a regra deve ser aplicada independentemente do concorrente.
“Sempre que trazem. Mas é para todos. É para o Luís, é para o Francisco Monteiro. Para todos”, defendeu.
Cinha Jardim não acompanhou a hipótese de expulsão direta, mas mostrou preocupação com a evolução das discussões.
“Qualquer dia um deles dá um estaladão ao outro (…) quando liga a televisão, desculpe-me lá dizer isto, mas poderá acontecer. É já só o que falta”, afirmou.
O painel deixou, assim, um apelo para que os participantes abandonem os ataques pessoais e encontrem outras formas de disputar o jogo.
