Big Brother All Stars: Sérgio Duarte esclarece papel no processo de Catarina Miranda e Afonso Leitão que está em tribunal.
Sérgio Duarte e a mulher, Vanda, foram arrolados como testemunhas devido a um episódio ocorrido no início do namoro de Catarina Miranda e Afonso Leitão. À TV 7 Dias, o antigo concorrente explicou que esse acontecimento não envolveu agressões e garantiu nunca ter presenciado violência física entre os dois.
O militar da GNR, amigo da atual participante do «Big Brother All Stars», recusou desenvolver os pormenores do episódio que levou à indicação do casal como testemunha. Foi, porém, categórico quando questionado sobre aquilo a que assistiu durante a relação.
“Nunca. Jamais, nunca na vida. Mas é que nem pensar nisso. Primeiro, é das coisas com as quais eu nunca iria compactuar, fossem que fosse, nem que fosse no meu seio familiar, nunca. Não fosse eu pai de três filhas”, afirmou.
A resposta de Sérgio Duarte diz respeito ao que presenciou, não permitindo concluir sobre acontecimentos a que não tenha assistido.
O reencontro com Afonso Leitão
Desde que o seu envolvimento no processo se tornou público, Sérgio Duarte já se cruzou com Afonso Leitão. O encontro aconteceu no Montijo e, segundo contou à revista, decorreu sem qualquer confronto.
“Encontrámo-nos no Montijo. Ele passou por nós, apitou, parou, cumprimentou as meninas, falou: ‘Está tudo bem’ e falámos zero da Catarina, zero sobre o tema. Disse só que realmente falavam muito dele lá dentro da casa e falou mais umas coisas dele, nada de mais, perguntou quando é que a Benedita nascia”, revelou.
A conversa não incidiu, assim, sobre o processo ou sobre a relação com Catarina Miranda, tendo passado também pela chegada da terceira filha de Sérgio e Vanda.
Benedita nasceu após indução do parto
Na mesma entrevista, o antigo concorrente falou do nascimento de Benedita, a 29 de setembro. A bebé juntou-se às irmãs Leonor e Constança, depois de a equipa médica recomendar a indução do parto devido à diminuição do líquido amniótico.
“Ela já estava de 39 semanas e o parto acabou por ser induzido porque já tinha pouco líquido. A próxima consulta seria apenas passados uns dias e não quisemos correr riscos. Fomos para lá de manhã, entrámos nos Lusíadas eram 08h00, foi para preparação e ver os níveis da Vanda, meter a medicação. Depois levou epidural por volta da uma e pouco, fomos para o bloco às 15h30 e às 15h43 nasceu”, recordou.
O trabalho de parto avançou rapidamente. Segundo Sérgio, Vanda teve de gerir a vontade de fazer força enquanto aguardava a ida para o bloco, numa altura em que as contrações se tornavam mais difíceis de suportar.
“Desta vez ia apagando”
Sérgio acompanhou a mulher durante o parto e cortou o cordão umbilical, mas admitiu que a ansiedade e a intensidade do momento lhe provocaram uma quebra.
“É um dia em que fiquei muito ansioso porque quero que corra tudo bem. Posso dizer que desta vez ia apagando. Quando começou a passar o efeito da epidural a Vanda começou a dizer que não aguentava, que estava com muitas dores. Chamei a enfermeira, ela foi levada para o bloco, foi aquele stress todo, cheguei lá, a criança nasceu e quando foi para o colo da mãe deu-me uma quebra. Tive que me sentar, levantei as pernas, fechei os olhos um bocadinho, foram ali 30 segundos”, relatou à TV 7 Dias.
