A penúltima sessão do julgamento de Nuno Homem de Sá trouxe versões diferentes sobre a prova da alegada perseguição a Frederica Lima na A1. O advogado do ator afirmou que o Ministério Público não encontrou fundamento para condenar, enquanto a ex-companheira questiona a falta de imagens de videovigilância.
Advogado aponta ausência de prova da alegada perseguição
Em declarações à TV 7 Dias, Alexandre Guerreiro, representante de Nuno Homem de Sá, afirmou que “o Ministério Público (MP) disse que não havia base para condenação”.
Segundo o relato apresentado à revista, ficou demonstrado que os dois veículos circulavam na mesma autoestrada à mesma hora, mas não a alegada perseguição.
A mesma informação refere que Frederica Lima apresentou três versões do mesmo facto, num testemunho descrito como “depoimento inconsistente”.
A posição atribuída ao Ministério Público foi transmitida pelo advogado do ator e não corresponde a uma sentença do tribunal.
Frederica Lima quer responsabilizar a Brisa pelas imagens
Frederica Lima pretende exigir responsabilidades à Brisa por não terem sido preservadas as imagens das câmaras de videovigilância que poderiam contribuir para esclarecer os acontecimentos.
Segundo a informação divulgada, a conservação desse meio de prova tinha sido solicitada pelo Ministério Público “de imediato e dentro do prazo legal de 30 dias”.
A falta das imagens constitui, assim, um dos pontos contestados pela ex-companheira do ator nesta fase do processo, ainda sem uma decisão final indicada.
