O Comunicado de Catarina Miranda no Big Brother All Stars denuncia a circulação de insinuações sexuais sobre a concorrente e Carlos Sousa. A equipa que gere as suas redes sociais rejeita a acusação e admite analisar uma eventual atuação pelas vias legais.
Equipa denuncia publicação atribuída a apoiantes de outro concorrente
Na origem da reação está uma publicação sobre um alegado episódio de intimidade na lavandaria. Os representantes de Catarina classificam o conteúdo como falso e atribuem a sua origem a um grupo de apoio a outro participante.
“Há limites que não podem ser ultrapassados e situações que não podem passar em branco. A Equipa Catarina Miranda vem manifestar o seu profundo repúdio perante a publicação que está a circular nas redes sociais, proveniente de um grupo de apoio a outro concorrente do Big Brother”, lê-se em comunicado.
A equipa considera que a publicação procura atingir a concorrente através de acusações sem provas.
“É absolutamente VERGONHOSO que se recorra à divulgação de insinuações de carácter sexual, sem qualquer prova, com o único objetivo de denegrir a imagem, a honra e a dignidade da Catarina Miranda”, afirma.
Os responsáveis acrescentam que “a rivalidade entre concorrentes não pode, em circunstância alguma, servir de justificação para este tipo de ataques pessoais”.
Possível atuação legal fica em análise
Na mesma nota, a equipa distingue a discussão sobre o jogo dos ataques à vida pessoal da concorrente.
“A Catarina é concorrente de um reality show, mas, acima de tudo, é uma mulher que merece respeito! Não confundam liberdade de expressão com liberdade para difamar, humilhar ou inventar acontecimentos. Informamos ainda que este tipo de publicações poderá ser objeto de análise para eventual atuação pelas vias legais competentes”, alerta.
O comunicado não anuncia a apresentação de uma queixa, mas deixa expressa a possibilidade de avançar nesse sentido.
“A nossa equipa não ficará indiferente a ataques desta natureza. Exigimos respeito pela Catarina Miranda. A competição faz-se com votos, não com ataques à dignidade das pessoas”, conclui.
